A minha cidade é tão pequena, tão pequena que eu posso encontrar o mesmo cachorro duas vezes no mesmo dia em dois pontos completamente distintos da cidade, um nada a ver com o outro. Não existe explicação lógica a não ser que moro numa cidadezinha interiorana onde os cachorros são mais rápidos que os ônibus! (eu amo aqui)
por Didi às 23h16
Outro vídeo - Sonhos de verão!
Chefe divertido nunca perde a majestade! Saudade da UWEBA! da Assessoria de Noção de Vida (nossa ANV) e dos quatro pilares do sucesso que, bem provavelmente, ele atingiu!
Um comercial
Vídeo sobre o uso do tempo e todas as vezes que quisemos ser melhores!
por Didi às 00h15
Noiva em fuga
O homem que mais me amou na vida foi e é meu pai. Tive a pessoa mais nobre de coração para cuidar de mim e agora, um pouco mais crescida, arrependo-me de não tê-lo abraçado o suficiente. De não ter parado de assistir televisão, ou largado o computador para ir até a copa bater um papo com ele. Tenho a sorte de ter meu pai vivo junto comigo, diariamente. Recebendo-me sempre com um sorriso e toda boa vontade para ouvir as novidades. Sei que sou tão privilegiada com isso que chega a ser perigoso publicar um texto assim, pois atrairia alguma inveja. Mas o texto não é para falar de mim, ou do meu pai. É para falar de casamento. Não o meu, o de ninguém especificamente. É para falar da celebração do casamento. Aquele momento em que a noiva entra onde quer que seja e segue em direção ao noivo. Outro dia, conversando com amigos, nos detivemos na imagem do pai que leva a filha para o altar. E me lembrei de todos os casamentos que já assisti ao longo dos anos. Pensei no quão doloroso parece ser para o pai entregar a filha para um recém-formado, recém-empregado, recém-saído das fraudas. O pai, que naquela hora literalmente dá a mão e o resto da filha para o mocinho de terno, tenta não soltá-la, tenta sussurrar em seu ouvido enquanto estala um último beijinho fraterno: “filha, tem certeza? Ainda podemos fugir! Corre, filha!”. Vamos para o México, para a Suíça ou para o Brasil! Não garanto que Freud tenha entendido nada. Nada. Não acho que a vida se resume em sexo, desejo ou fome. Mas garanto que a ligação entre pai e filha é algo grandioso e transcendente. É até perigoso que ela fique tão mal-acostumada, que nessa hora do casamento, levante a ponta do vestido e responda ao seu velho “ok, eu dirijo”.
Ps. Este texto é uma homenagem para meu pai, meus avôs, meus tios, meu tio Zezé (falecido ontem) e todos os pais que amam seus filhos e principalmente, filhas, como a própria vida.
por Didi às 01h36
Uma nova mulher!
Decidi há alguns dias inserir a pêra na alimentação. Uma fruta muito parecida com a maçã, mas incrivelmente mais gostosa! Descobri que camarão pode ser muito, muito, muito nojento se não limparem ele por dentro. Tudo isso mudou meus conceitos alimentares substancialmente. E o resultado é que sou, ou espero me tornar, uma nova mulher à mesa! Quer melhor momento para isso que logo após o carnaval?