Vista Da Cidade


Só para quem gosta de cachorro

Vira e mexe ligam aqui no trabalho procurando por outros serviços. As confusões são tantas que já temos uma listinha de telefones de enganos. Ligam procurando por tribunais, depósitos e até o centro de Zoonoses.

No caso do centro de Zoonoses, estabelecemos alguns critérios porque, como toda pessoa legal, não concordamos com os procedimentos da carrocinha. Então temos algumas opções.

Opção A:

- Oi, aí da Zoonoses?

- De que se trata?

- Estou querendo vacinar o meu cachorrinho...

- Ah, pois não, na verdade, o tel da Zoonoses é XXXX!

- Obrigada.

- Disponha. Boa sorte com seu cachorro!

 

Opção B:

- Oi, aí é da Zoonoses?

- De que se trata?

- Quero chamar a carrocinha pra uns cachorros aqui da rua, eles estão atrapalhando bla bla blá.

- Bom, não concordamos com esse procedimento, mas ligue para YYYYYY (telefone de um grupo de defensores dos animais).

 

Também podemos fazer as variantes da opção B com as respostas “não fazemos mais esse trabalho”, “sim, dê-me o endereço e mandamos alguém aí” (e ligar para algum grupo de proteção aos animais para dar o endereço). Também já pensamos em passar telefones de outros estados, países, ou falar que isso agora configura crime segundo o novo código penal (que não existe).  Na verdade, demos sorte que as pessoas só ligam pra cá querendo vacinar os cães, procurando informações sobre leishmaniose, ou para colocar chip em pitt bulls.

 

Utilidade

 

Belo Horizonte tem cerca de 37 mil cachorrinhos abandonados nas ruas e não sei quantos gatos, mas é muita coisa. Se quiser ajudar ou adotar um cachorrinho (o vira-lata é o cachorro mais saudável), procure o www.petmg.com.br ou a www.caoviver.com.br

 

Sempre falo disso aqui. Abracei a causa!



por Didi às 14h45



Peter já aprendeu a dar a pata!

por Didi às 17h32



Direito é legal!

A gente descobre na aula coisas do tipo "não existe homicídio duplamente qualificado" e "a única pena alternativa é a multa"!

por Didi às 00h42



Meus amigos estão casando

Meus amigos estão casando. Eu não. Ainda estou longe. Mas eles estão casando e adorando. A maioria dos que casou, gostou e tem vivido feliz.
Algumas conclusões que tiraram foram
1) é bom cada um ter seu canto na casa para preservarem a privacidade
2) é bom que os dois sejam bem-humorados
3) é bom ter dinheiro para sustentar a casa
4) vale mais a pena alugar um apto inicialmente que comprar, embora os que compraram também não tiveram muitos problemas
5) eles casaram, mas mantiveram programas separados uma vez ou outra. E esqueceram essa coisa besta de ciúmes e rédea curta.
6) eles mantiveram programas separados, mas não esqueceram que estavam casados.
7) ninguém engordou mais de 7 quilos
8) ninguém casou porque engravidou
9) todo mundo fala da receita da paciência e da tolerância.
10)todos sabem que casamento tem seus problemas e não esperam viver felizes para sempre, mas fazem de tudo para serem felizes sempre!

Meu amigo Marcus, de 25 anos, mandou a mensagem “Pode casar que vale a pena!”. Que bom!

por Didi às 12h07



Vista Entrevista - Bruno Motta

Pessoas bem-humoradas são das melhores companhias. Há alguns anos, conheci o Bruno Motta que é uma pessoa inteligentíssima e, para minha alegria, um comediante. E não é só um simples comediante, em 2003 ele foi o recordista mundial do humor. Mais de 35 horas dedicadas à arte de fazer rir com 2131 piadas. Ao perguntar se ele terminou a façanha e foi para o hospital, Bruno respondeu “não, fui para o Pânico dar entrevista!”. É incansável, esse rapaz!

1) Quando começou sua vida de comediante?

Eu sempre escrevi, escrevi muito, e participei de grupos e festivais de teatro. Mas no final dos anos 90 houve um pequeno boom de festivais de humor, como o Festival IBM de Novos Humoristas, o Prêmio Multishow. Eu achava que meus textos eram novidade e que eu era cara-de-pau o suficiente pra representá-los. 

2) E como surgiu a idéia de ficar contando piada durante 37 horas? Foram 37 horas mesmo?

Não, foram 38 horas e 12 minutos. A idéia surgiu na sala da minha casa. Eu me lembro muito, muito bem: o Jornal Nacional estava dando notícia da "mulher que dormiu com o maior número de escorpiões". Minha mãe tava xingando a mulher de desocupada. Eu defendi, dizendo "mas mãe, é uma coisa que ela sabe fazer, e que transformou ela em notícia. Se eu soubesse fazer alguma coisa... hummm..." e pintou a idéia.

3) O que muda na vida depois que se entra para o livro dos recordes?

Não muda nada (risos).

4) Quais são os seus comediantes preferidos?

O Chico, o Jô, Jerry Seinfeld, Mel Brooks e o Johnny Carson. Esse pra mim é o cara. O Chico é o número 1, mas o Carson é o cara!

5) Eu adoro Seinfeld, Friends, Mad About You. Prefiro esse tipo de comédia de situação que aquelas apenas de ridicularização de pessoas e palavrão. O que você acha?

Eu acho que o Seinfeld sabia muito bem ridicularizar pessoas e falar palavrão! (Risos) Lógico, também prefiro esse tipo. Mas a gente tem que trabalhar, né? E, às vezes, o que sobra pra gente são os programas mais populares, fazer o quê? 

6) Quais os melhores programas que temos atualmente de comédia na televisão brasileira?

Estamos vendo o início de uma nova era de humor na TV. Parece que ainda vai aparecer muita coisa. O melhor que está no ar atualmente é A Grande Família, o Pânico e o Toma Lá Dá Cá.



por Didi às 23h39



Vista Entrevistra - Bruno Motta (continuação)

7) Eu adoraria ver um programa seu na tv. Será que tenho chances?

Tomara! 

8) Como foi seu primeiro show? Ficou nervoso? E a audiência! Iniciar no teatro deve ser difícil demais...

Gente, eu acho que nem lembro do "primeiro show". Foram muitos começos. Eu já tinha feito muito teatro quando fui começar a ser humorista. Já tinha feito teatrinho, teatro, teatrão. Muita peça de colégio, muito palco improvisado e alguns profissionais - difícil lembrar o primeiro também. Talvez minha primeira experiência como humorista solo tenha sido no Festival IBM de Novos Humoristas. E veja só, eu sou um humorista muito mal acostumado, minha personalidade como comediante foi moldada em platéias lotadas... o teatro Sesiminas, o Palácio das Artes, o Teatro Municipal de JF, o Teatro Cenário em Brasília, o Moinho Santo Antônio em São Paulo foram os palcos por onde eu passei nesses prêmios. Agora, ficar nervoso, sempre. Você nunca conhece aquela platéia. Você não sabe quem ali foi pra te ver, quem entrou por acaso e comprou ingresso porque não tinha nada pra fazer, quem foi só pra criticar. O nervosismo tá sempre ali, rondando. Faz até bem.

9) Você que viaja muito deve saber: qual o melhor público do país?

Nossa, acho que viajo tanto que fica difícil responder. Eu, por sorte e particularmente, tenho uma comédia muito aberta e nada regional. Ela é sim, meio metida à besta, à inteligente, à Classe A. Mas não se engane: é uma comédia mais focada em gente que pensa e não tem nada a ver com renda ou coisa assim. Eu me surpreendo muito com as minhas piadas sobre notícias e modernidade dando muito certo nos "Brasis" do interior. E às vezes caio numas reuniões de chefes e capitães e não "dá pé", tenho que baixar a altura e contar umas piadas mais populares. Tem de tudo. Mas a melhor platéia é aquela que foi ali pra te ver. Essa tem um carinho com você.

10) E se você não fosse comediante, o que seria?

Eu não seria nada.



por Didi às 23h39



Peter entrou para o adestramento e parece que o sucesso será inevitável!

por Didi às 19h41



Ninguém dorme

Este é o preço que pago por não seguir à risca fazer um blog factual e cheio de notícias atualizadas, quiçá inéditas.

Mas não é por isso, porque estava viajando no dia, que vou deixar de falar do falecimento de um italiano que fez parte da minha vida por tantos anos.

 

 

Como muitos amigos sabem, sou uma pessoa de gosto eclético para música (meu chefe fala que quem tem gosto eclético é porque não gosta de nada, mas eu gosto de muitas coisas diferentes, então, sou eclética!). Em um dos pontos do meu ecletismo musical, encontram-se os 3 ótimos tenores: Plácido Domingo, José Carreras e, claro, Luciano Pavarotti. Em casa nos dividíamos nas preferências, meu pai sempre achou a voz do Pavarotti mais forte e afinada; minha mãe sempre admirou a entonação de José Carreras e sua luta contra o câncer (hoje curado) que afetou seu canto; eu, por minha vez (!), guardava predileção pelo Plácido Domingo, não só por adorar esse nome diferente, mas porque ele gravou um CD lindo com o John Denver que tocava a música da propaganda da Sadia, “Pehaps Love”.

Mas é claro que todos eram queridos entre a gente e, aos domingos pelas manhãs, muitas vezes, tive o prazer de ser acordada ao som dessas vozes, principalmente a de Pavarotti que papai colocava com som no talo e ouvíamos “Nessun dorma, nessun dorma” para tirar todo mundo da cama. Nunca nenhum vizinho reclamou.

Meu pai foi criado ouvindo e estudando muita ópera. Mas faltava-me a paciência e inteligência necessária para acompanhar uma ópera inteira. Pavarotti nos fez o favor de filtrar as partes mais lindas e interessantes e dar a elas as mais belas interpretações. Ele popularizou o impopularizável e encantou todo mundo.

Há alguns meses, vi uma matéria sobre seu estado de saúde, dizia que o cantor que estava com os dias contatos... “Bem, com os dias contados todos estamos”, pensei, torcendo para que fossem muitos dias ainda.

Infelizmente, essa conta acabou. Sobrou o vozerão vindo do barbudo mais imponente do mundo. Uma voz que ainda ressonará muito aqui aos domingos de manhã na luta contra meu sono e a procrastinação. Em sua homenagem, Pavarotti, estarei de pé para te ouvir. E vencerá. Venceeerá!



por Didi às 01h53



Lei Básica

Um amigo do meu pai sabiamente falou "A cada mudança, você perde um terço das suas coisas" e meu pai costuma completar "3 mudanças equivalem a um incêndio". E, realmente, por mais cuidado que eu tenha tido, não consigo achar o cabo da máquina digital. E me recuso a comprar outro porque sei que vou achá-lo assim que comprar outro. Ou seja, a máquina está estourando de tanta fotografia (porque eu tiro foto até da minha pegada) e nem no trabalho consigo descarregar mais (porque lá agora não conecta mais a máquina). Ah, Murphy, se eu te pego!



por Didi às 21h49



O filho da minha chefe se refere a ela como "a melhor mãe que eu já tive na minha vida"! Fofo!

por Didi às 10h17



Golpe velho

Ligaram pra minha avó, falaram que estavam com a filha dela, que ela tinha que pagar o resgate e tal. Ela gritou "oh, Viviane, onde você está?". A pessoa respondeu. Ela desligou. Não temos parente com esse nome.

por Didi às 22h51



Vista Entrevista - Luiza Voll

Sabe aquela música do Roxette “How do you do”? Pois a música que embalou sua festa de aniversário é a cara da Luiza Voll. Divertida, inusitada e incansável! A Luiza, além de ser uma grande amiga, colega, dona de 3 cachorros saídos das ruas, fã de Los Hermanos e Amelie, é também a pessoa mais atraente do mundo. Não estou brincando. Recentemente ela saiu numa porção de listas de blogs mais visitados do país e do mundo com seu Favoritos. E olha que no blog não dá pra ter nem idéia do taaaanto que essa garota é legal. Ela imita um monte de personagens de televisão, chora em todas as palestras que vai, sempre dá carona, trabalha aos feriados, namora à distância muito bem obrigada, inventou um jeito próprio de estacionar o carro e nem precisa beber para se divertir nas festas. Luiza, how do you do things like you do?

1) Qual a origem do seu nome tão chique?

Aqui no Brasil pode até ser chique, mas Voll é um sobrenome popular na Alemanha. Herdei-o do meu querido e interessante avô, Otto Ernesto Walter Voll.

2) Algumas pessoas acham que manter um blog, principalmente um blog muito atualizado, é coisa de quem não tem o que fazer. Eu sei que você tem e faz muita coisa. Como consegue manter o Favoritos?

Que bom que você perguntou isso! Sempre quis esclarecer esta questão. Ter um blog atualizado não é sinônimo de falta do que fazer, muito pelo contrário. Requer apenas trabalho e dedicação. Como eu trabalho 8 horas por dia e não existe nenhuma brecha para a criação de posts nesse período, dedico algumas horas na semana para sentar no computador e só levantar após fazer uns 20, 30 posts. Como já estou bastante acostumada, levo de 5 a 10 minutos para escrever um post. Dessa forma, consigo trabalhar com mais atenção e postar aproximadamente de 3 a 4 vezes por dia. Ouviram bem? Eu não sou uma à toa! rs

3) Como surgiu a idéia de criar um site para falar de sites?

Sempre adorei internet. Mais do que isso, sempre adorei dividir informação. Antes de ter um blog, eu costumava mandar dicas de sites via e-mail para os amigos e colegas de trabalho. Com o tempo, cada vez mais pessoas pediam para fazer parte dessa lista. Foi aí que decidi criar um espaço que reunisse essas dicas e que fosse acessível a todos.

4) Não te ocorreu que uma hora poderia não ter mais opções de sites legais para indicar? Como você consegue descobrir tantos?

Na verdade, Didi, o problema é exatamente o contrário! É tanta coisa para falar que às vezes acho que vou enlouquecer. Posso dizer, sem exageros, que eu NUNCA fiquei sem assunto para o blog. Respondendo a segunda pergunta, adoro navegar sem rumo e, além disso, assino mais de 200 sites em meu leitor de RSS, ou seja, fontes de informação não me faltam. É assim que descubro novos sites para colocar no Favoritos.

5) E o Zoom? Largou o Zoom de vez?

O Zoom! foi super especial para mim. Vejo-o como uma fase importante da minha vida, quando eu sentia necessidade de me expressar de uma determinada forma. Hoje me sinto mais realizada com o Favoritos. Acho que ele acabou de vez sim. :-( 

6) O seu trabalho é com internet, o seu hobbie é voltado para internet. Você não enjoa?  

O melhor é que não. Navegar para mim é uma viagem, não me canso de achar que a internet é a coisa mais bacana do mundo. É o meu vício. Fico muito feliz de ter conseguido fazer do meu hobbie a minha profissão.



por Didi às 23h05



Vista Entrevista - Luiza Voll (continuação)

7) Quais as maiores alegrias que o Favoritos já te deu?

Foram e são muitas, todos os dias. O bacana de ter um blog está nas pequenas coisas, no relacionamento que você constrói com os seus leitores. Já recebi muitos e-mails e comentários incríveis e acho que a coisa mais linda é poder influenciar positivamente a vida das pessoas e dividir informação, que é a minha grande paixão. Ah! Descobrir que os seus ídolos blogueiros também curtem o seu blog é muito bacana. 

8) Agora vamos falar de você longe dos computadores: quais seus programas favoritos quando não está conectada?

Ah, são muitos e muito simples. O que importa mesmo para mim é estar cercada de pessoas queridas. Gosto muito de ficar em casa com a família e com os meus vira-latas, viajar, ir ao cinema, jogar baralho com os amigos, assistir shows, descobrir restaurantes gostosos e topo qualquer coisa que envolva muitas risadas. 

9) Qual a melhor forma de ajudar o mundo na sua concepção?

Não sei se existe uma fórmula ideal para todos. Acho que cada um deve encontrar a sua própria forma de ajudar. No meu caso, acredito que a melhor forma de ajudar é aquela que ensina o outro a caminhar com as próprias pernas. Sonho em um dia ter um espaço de inclusão digital acessível para quem precisar.

10) E, para terminar, um breve bate-bola com seus favoritos:

3 sites favoritos: Impossível escolher só 3! Sério mesmo. Mas vou citar os que eu mais uso e que acho mais notáveis: www.google.com (e seus derivados gmail, reader etc.), www.youtube.com e www.flickr.com.

3 músicas favoritas: Singalong Junk - Paul Mccartney | Luiza - Tom Jobim | A mistake - Fiona Apple

3 filmes favoritos: Brilho eterno de uma mente sem lembranças | Encontros e Desencontros | Grandes Esperanças

3 livros favoritos: O amor nos tempos do Cólera | Ensaio sobre a cegueira | Cem anos de solidão

3 programas de tv favoritos: Friends | Seinfeld | Extreme Makeover: Home edition (choro muito em todos os episódios)

3 celebridades favoritas: Angelina Jolie | Oprah | Mark Ruffalo (só pelo charme, devo confessar) 

3 cidades favoritas: Nova York | São Paulo | Caraíva

Obrigada, Lula!

Obrigada você, querida! Estou muito emocionada com a minha primeira entrevista!



por Didi às 23h03



A ignorância faz escândalo

- Tira esse cachorro daquiiii.
- Ele só está cheirando os pequenininhos.
- Você não sabe com quem está falando. Tira esse cachorro daquiiii.
- E deixar a praça pras madames...
- Já tô com celular pra mim chamar a polícia. Você nem sabe que eu trabalho na estatal XXX.
- Ah, é cargo comissionado? Porque com esse Português não há concurso que te passe.

por Didi às 12h51


 

De Belo Horizonte, Minas.

vistadacidade@yahoo.com.br


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