Vista Da Cidade


"You had me at hello."
Renee Zellwegger em Jerry Maguire, 1996



por Didi às 22h37



Num caderno gigante

Tenho um caderno gigante. Tudo começou quando eu era adolescente e horrorizei com o tamanho do caderno que meu pai havia comprado. Pensei comigo mesma que era impossível terminar um caderno daquele tamanho e me propus à tarefa. Então, reuni nele diversas informações de tudo quanto era fonte (aulas, amigos, recortes de jornais, revistas, estudos particulares, trabalho etc). O caderno já passou da metade!

Seguem algumas anotações relevantes, colocadas fora de ordem no caderno mais legal do mundo!

“São Paulo em 1870, tinha 10 mil habitantes e em 1930, 1 milhão.”
“Os inconfidentes não foram todos presos juntos.”
“No Egito, toda vez que aparece uma palavra circulada, é nome de uma figura real.”
“A Tautologia é um vício de linguagem” (e nessa parte, tem uma seta que indica x+y=z=2+3=5)
“Na hora da procura do ouro, a coroa recorre a quem mais conhecia o Sertão: os bandeirantes paulistas.”
“Kant parece um pintinho.”
“O grupo Fluxus se apresentava nos anos 70 onde o maestro regia cada pessoa da platéia que emitia um som de acordo com o um número que recebiam.”
“Vulcano era o mais feio menino do Olimpo, então sua mãe o jogou de uma montanha e ele ficou o dia inteiro caindo, mas só machucou a perna.”
“Parece que foi o ouro mineiro que construiu o Palácio de Versales.”
“Todo sistema autoritário, vai ficar corrupto.”
“Quando uma coisa é feita com gosto, todos a estimam” (essa estava numa parte em que falei de Logosofia)
“Depois do Mandela, o preconceito não existe mais como lei na África do Sul, que tem 300 dialetos diferentes.”
“Substituir o champanhe por prosecco representa uma economia de até 300%.”
“O expressionismo abstrato, na verdade, foi um grande saco de gatos.”
“Getúlio Vargas, na verdade, se identificava com os aliados, por isso relutou para entrar na Segunda Guerra.”
“Os objetos se acusam quando saem da sombra” (é da Anita Malfatti)
“Antigamente, a colher era muito redonda e as pessoas precisavam abrir demais a boca para comer. Era complicado.”
“Van Gogh se apaixonou por uma prima feia que o largou e ele desmaiou com isso.”
“Steady can: aparelho introduzido por Stanley Kubrick que permite carregar a câmera na mão sem que a imagem trepide."
“O circuncentro é o ponto de encontro da mediatriz.”
“Tiradentes nunca usou barba, pô.” (está escrito assim)
“Só acredita em fantasma, quem não tem energia elétrica.” (frase do meu professor João Furtado)
“As artes têm mania de querer endeusar nada menos que Deus.”
“Dizem que o tempo do segundo agora está maior.”

por Didi às 14h22



Pequena utilidade pública pra minha cidade (BH)

Para quem gosta de comer ou quem está de regime e só pode comer um pouquinho, vou recomendar o melhor lugar da redondeza segundo minhas experiências. O pão de queijo mais gostoso da Savassi fica na Contorno, quase com Cristóvão Colombo, num lugar que chama Sukus, perto da Araújo. Estou iniciando também uma campanha para que eles tirem a azeitona do pastel napolitano!

por Didi às 15h22



Dicas e hábitos lights

Aproveito o gancho do último Vista Entrevista (não sei se mudo esse nome), para falar sobre algumas dicas e observações que tenho de hábitos saudáveis de pessoas magras em sua maioria.

Não sou adepta da magreza total. Pelo contrário. Cada um tem uma estrutura, uma beleza, uma forma. As dicas são válidas para todos os tipos.

 

 

 

A primeira é do meu tio: Ele come normalmente, sem exagerar, apenas para matar a fome. E quando sente vontade de comer fora da hora, escova os dentes. Assim, dá preguiça de comer. E escovar os dentes significa passar o fio dental em todos os intervalos. Realmente dá preguiça estragar o trabalho com comida.

 

A segunda dica é da Luiza, minha amiga, aquela que aparece quase todos os meses em algum post aqui no blog: A gente come quase o mesmo tanto no almoço e a danada é bem mais magra que eu. A diferença é que ela balanceia massas, verduras e carnes e come muuuito devagar, pois não pára de falar durante todo o almoço. Ela também não é muito fã de doces, o que contribui para sua silhueta de modelo.

 

A terceira é uma observação do meu chefe: Ele está sempre trabalhando tanto, que esquece de comer. Ou seja, trabalhar emagrece quando a gente entra de cabeça.

 

A quarta dica é da minha colega de faculdade, a Jill e se resume em duas palavras: chá verde.

 

A quinta dica é do meu antigo colega de academia (quando eu fazia, há séculos): Exercício físico faz a gente ficar enjoado pra comer. Assim, depois de fazer uma aeróbica, seu corpo não pede comida gordurosa, pede coisas mais saudáveis. E é verdade.

 

A sexta dica é do meu médico: Substitua o açúcar sempre que puder, e acostume-se aos sabores menos doces. Nunca mate a fome com doce, pois isso força o pâncreas. Para comer algum doce, é necessário comer algo sem açúcar primeiro para ir preparando o organismo (se é que eu entendi direito).

 

A sétima dica é minha e tem uns 20 minutos que pensei nisso: nunca se reúna com amigos para um bate papo na frente de uma porção de batatas fritas. Mesmo sem fome, a gente acaba devorando tudo. No lugar, coloque água, suco e um cacho de uvas.

 

Quem conseguir seguir todas ou tiver mais dicas, me avise por e-mail (está abaixo da foto ao lado). Mal posso esperar!



por Didi às 10h35



Vista Entrevista - Cida Siqueira

Desta vez, ainda brincando de Oprah, resolvi entrevistar minha querida colega de trabalho, Cida Siqueira, de 32 anos. Ela é uma forrozeira de primeira e, profissionalmente, é auxiliar de escritório aqui da Soho Comunicação. O mais incrível é que a Cida conseguiu emagrecer 40 quilos sem entrar na faca, sem tomar remédios e sem seguir orientações de profissionais da nutrição (não tentem fazer essa parte em casa). Além disso, é uma das pessoas mais atenciosas e trabalhadoras que conheço e tem um filho de 12 anos encantador. Acompanhe.

 

1) Quando você começou a engordar mais?

Quando fiquei grávida do meu filho Gustavo, engordei 21 kg depois que ganhei o Gustavo. Emagreci, mas engordei o dobro logo depois porque tive uma depressão pós-parto que não passava. Também tomava um anticoncepcional muito forte, que não ajudava a emagrecer.

 

2) Quando você decidiu que queria emagrecer mesmo?

Um dia meu filho me abraçou e disse que o coleguinha havia me chamado de gorda na escola. Eu também sentia que aquilo estava fazendo mal para minha saúde. Há 3 anos, o pai do Gustavo foi morar no Estados Unidos e eu decidi que, quando ele voltasse, eu estaria bem magrinha. Ele chegou a achar que eu não conseguiria, mas encarei o desafio. Aí, decidi não comer mais pão. Minha meta era emagrecer 10 kg por ano e eu consegui emagrecer 30 kg em um ano e meio.

 

3) Como foi o seu regime?

Comecei o regime com 28 anos, ou seja, comecei a viver com 28 anos. Eu fiz regime por conta própria (sei que não é certo), porém, se eu fosse ao médico, ele iria passar um remédio e a consulta seria muito cara. Aí, parei de comer pão, fui ao supermercado comprar adoçante, cappuccino light e biscoito “água e sal”.

 

4) Você comia só biscoito “água e sal”?

Não, no almoço eu comia saladas e qualquer carne. Mas cortei radicalmente massa, carboidrato, doces, frituras e refrigerantes.

 

5) Como você fazia para superar a falta dos alimentos que estava acostumada a comer?

Na primeira semana foi ruim, porque eu era viciada em pão, e costumava comer dois ou 3 pães. Eu tinha um vidro de fluoxetina na semana que comecei a dieta. Joguei o vidro todo fora, para me cuidar sem precisar de remédio.

Agora, para ser franca, nem sentia falta das outras coisas. Eu percebia que a ansiedade da depressão me fazia comer coisas que não tinha necessidade. Eu aprendi a comer de 3 em 3 horas uma fruta, um biscoito, iogurte, queijo, coisas mais leves, então não passava fome. E, ia pra academia, isso que incentivou mais!

 

6) Na academia, você se sentia excluída por ser mais gordinha?

Na primeira semana eu senti muito, e depois comecei a me acostumar. Eu não conseguia fazer abdominal por causa do meu corpo, assim como não conseguia fazer giro. Era meu professor que me incentivava e hoje ele é meu mestre de dança. Também uma amiga minha chamada Kelly, me ajudou muito, pois ela fazia dieta e seguia orientações médicas, ela me deu muito apoio e não me deixou desistir. Um mês depois, eu já tinha emagrecido e ela comentou. Aí fiquei mais animada.

 

7) Quais exercícios você fazia na academia?

Comecei só na bicicleta (20 minutos por dia, todo dia), 10 sessões de 10 abdominais, isso no comecinho. Hoje faço 100 de uma vez. Comecei muito fraquinha na musculação, depois aumentei no segundo mês. Comecei a fazer também esteira. No segundo mês eu já passava uma hora, ou uma hora e meia na academia.



por Didi às 16h21



Vista Entrevista - Cida Siqueira (continuação)

 

8) Como você conseguiu arrumar tanto tempo para a academia?

Eu não estava trabalhando o dia inteiro, trabalhava com meu sogro de manhã e meu marido tinha ido pra fora há 6 meses. A academia era o que me animava, pois me ajudava a esquecer os problemas e a sensação de perda.

 

9) Como você tinha dinheiro pra pagar academia e ficava economizando dinheiro no médico?

Porque os remédios pedidos pelos médicos eram muito mais caros que a academia. Eu não teria condição de comprar remédio sempre, então optei por fazer tudo sem remédio, mas tinha algumas avaliações médicas de meses atrás.

 

10) Como você se sentiu quando começou a ver que estava tendo um bom resultado?

Eu só fui perceber que estava magra mesmo, quando fui numa loja comprar roupa e pedi uma numeração muito alta e a vendedora falou que eu tinha que usar 4 números a menos. Eu só tinha duas blusas e duas calças que me serviam e não usava batom nem brinco. Eu já cheguei a vestir calça 52 e hoje visto 42.

Quando comecei a me sentir magra, minha auto-estima foi lá em cima e fui sarando da depressão. Comecei a arrumar cabelo, ir ao salão toda semana, fazer massagem, fazer unha, passar batom, usar brinco, comprar roupas novas, essas coisas de mulher.

 

11) E o Gustavo, em que ele ajudou na sua transformação?

Em tudo. O dia que o Gustavo me abraçou e falou que era ótimo juntar as mãozinhas atrás, me senti tão bem! Quando comecei a emagrecer, comecei a ficar mais calma e tranqüila e meu filho elogiou isso em mim. Ele que me incentivou mais!

 

12) E como você descobriu a paixão pelo forró?

Por causa do Gustavo, que começou a dançar com 8 anos. Eu sempre gostei de dançar, mas era gorda e não tinha coragem. Olha que quando comecei a dançar, eu estava ainda gordinha. Hoje a gente dança muito junto.

 

13) Hoje, quem te vê, nem imagina que você já foi gordinha e com depressão. O que as outras pessoas que conviveram com você naquela época comentam?

Meu marido fala que estou muito bem. Meu filho também está satisfeito e todo mundo repara.

 

14) Como é sua alimentação atualmente?

Hoje eu sei que posso comer de tudo um pouco para me satisfazer, e não por gula. Antes eu comia sem necessidade, mas me eduquei. Fazer uma academia e aula de dança faz bem pro corpo e pra mente. Fora que nesse período, conheci pessoas maravilhosas (como a Maria, que trabalha com a gente!).

 

15) Como você faz para resistir à tentação de comer em festas, restaurantes etc?

É tão engraçado, eu estou tão tranqüila que chego nos lugares e nem sinto muita vontade de comer. Se eu for numa festa, como um bolinho, tomo um copinho de refrigerante, mas paro por aí. O estômago parece que vai encolhendo.

 

16) O que você aconselha para quem vive o problema do excesso de gordura?

As pessoas gordinhas têm mesmo dificuldade de emagrecer. Tem que ter uma força de vontade muito grande para perder peso. E também, é importante ter pessoas em volta para incentivar como eu tive a Kelly, a minha irmã mais velha, meu professor de dança e, claro, o Gustavo.



por Didi às 16h20



nota

Com o triste acontecimento no aeroporto de Congonhas, muita gente acabou se interessando pela entrevista do Guilherme Lemos, comissário de bordo da TAM, realizada no início do mês. Aviso que ele passa bem e que havia saído da mesma aeronave três horas antes do acidente. Infelizmente, seus amigos de trabalho não tiveram a mesma sorte. Fica meu abraço para o Gui e o anelo de rápida recuperação da aviação brasileira. Muita luta para menos luto.

 

 

 



por Didi às 14h00



Recebi alguns primos no último domingo lá em casa para um almoço de aniversário (o meu!). Por parte de pai, tenho vários primos bonitos, inteligentes e divertidos (por parte de mãe também, mas não estou falando desses). Entretanto, nem sempre os vejo, pois muitos preferem ficar na internet à encontrar a família. Quando me deparei com um desses primos raros, exclamei “Ora, mas que honra você ter saído da frente do computador para me dar um abraço” e ele respondeu “Mas é claro, prima, eu não poderia faltar num momento tão importante assim...”, no que a irmã dele passou rapidamente e estragou o momento com o comentário: “Acabou a energia lá em casa”.

por Didi às 15h57



13 de julho

Há exatamente um ano eu pegava um cachorrinho chorão no Mercado Central. Colocava no meu colo, ouvia os soluços dele enquanto falava "Calma, calma, vou tirar você desse lugar" (igual naquela música). A idéia era arrumar alguém para cuidar do salsichinha. Mas adivinha se a gente teve coragem de dar aquele filhote. Um ano de convivência com Peter. Sexta-feira treze. Último dia de trabalho com 24 anos. E casamento de amigo. Mais um dia rock'n'roll.

por Didi às 16h55



Vista Entrevista - Guilherme Lemos

Há tanta gente interessante no mundo que uma sessão de entrevistas aqui viria a calhar. O problema é o tamanho de cada entrevista e o tanto que tenho que editar (é bom cortar palavras, mas algumas eu preferia deixar). Recentemente, me interessei pela história do Guilherme Lemos. Ele foi meu colega de faculdade e um dos fundadores da Zoo Comunicação (agência que já tive o prazer de trabalhar também!). O Guilherme sempre foi muito gentil. Uma vez, na faculdade, duas meninas de períodos anteriores vieram pedir ajuda para fazer um trabalho. Ele, que nem as conhecia, perdeu o almoço para ajudar no trabalho acadêmico. Um menino de ouro que, este ano, mudou de ares literalmente! Em janeiro, ele virou Comissário de Bordo da Tam Linhas Aéreas. E agora faz aulas de aviação para, quem sabe um dia, virar comandante! Os casos são tão legais que rendeu a primeira entrevista da nova sessão “Vista Entrevista”!



Por que a mudança da Comunicação para a Aviação?
A minha mudança aconteceu aos poucos. Sempre disse que trabalharia com Publicidade a vida toda, mas ficar trancado em frente ao computador não é para mim. Com o tempo fui conhecendo mais sobre a profissão de Comissário e, a cada dia, me apaixonando mais por ela.



Há alguma diferença entre “aeromoça” e “comissária de bordo”? Te chamam de “aeromoço”? Irrita?
Não existe diferença. Sim, principalmente crianças. Isso não me irrita, porque não é errado. Hoje a aeromoça poderia ser chamada de comissária (como a chamamos sempre), mas o fetiche da personalidade as fazem ser aeromoças.


O que a tripulação faz quando o avião está vazio?

Toda a rotina das funções de cada integrante da equipe, além de tirar fotos dentro do Bin (compartimento de bagagens interno e externo)...


Já presenciou algum parto durante o vôo?

Eu, não. Mas já aconteceu. Geralmente é feito pelas comissárias, pois é muito íntimo. Parece que o primeiro filho da TAM já tem 18 anos!


Qual celebridade já viajou no seu avião? Pediu autógrafo? Tirou foto?
A empresa não permite fotos quando estamos uniformizados. A maioria dos famosos viaja com a Tam. No vôo que fiz para Belém, acabamos sendo convidados para ir ao show do Roupa Nova. Chegamos no mesmo hotel que eles estavam e acabamos indo ao show de convidados vips, com direito a tudo... Foi ótimo!



por Didi às 13h29



Vista Entrevista - Guilherme Lemos (continuação)

 

O que você mais aprecia lá do alto?

O pôr e o e o nascer do Sol são algumas das melhores vistas. Mas o que me chama mais atenção é ver a lua cheia e as montanhas no horizonte. É lindo!

 

Para você, de onde é a vista mais linda?
Ver os Canyons do Rio São Francisco, a união do Rio Negro e Solimões, além de ter a oportunidade de conhecer muitas paisagens novas. Nunca havia pensado em ir a Belém, fiz alguns vôos para lá, e me surpreedi. Sua beleza, suas atrações turísticas, fiquei encantado. São momentos assim que nos fazem encantar cada dia mais com a profissão. Ah! Uma visão rara que pude ter: vi um United, Boing 767 cruzar o nosso horizonte... Foi emocionante.

 

Quantas viagens você faz por mês? 
É bem difícil estipular, o que a nossa regulamentação diz é que devemos voar, no máximo, 85 horas no mês e ter, no mínimo, 8 folgas, sendo uma social (no final de semana).

 

Quanto tempo pode ficar em cada lugar? Qual cidade encantou mais?
O tempo na cidade também é difícil de estipular, sendo, no mínimo, 12 horas. Mas sempre ficamos muito mais tempo, cerca de um ou dois dias. Cidades que já visitei? todas as capitais do Brasil e outras cidades que a TAM já voa. Já tive a oportunidade de ir a Buenos Aires, Santiago. Todas as cidades nos encantam... Pode ter certeza que o melhor guia de lugares está na cabeça dos comissários.

 

De qual região do país são os passageiros mais barulhentos?

Ninguém ganha de fretamento para Porto Seguro em Julho.

 

Vocês podem ficar de papo com algum? Tem tempo máximo para isso?
Sim, o tempo que ele quiser. Já conversei por um longo período com o Frejat que foi muito simpático e descontraído. 

 

E você tem medo do Fokker 100?

Não, nenhum. É superseguro. O problema que houve com um fokker na Tam foi técnico, e nem o fabricante imaginava.

 

Do que você mais sente falta nessa profissão?
Contato com meus amigos pessoalmente. A profissão é muito diferente das "normais". Mas acostumamos a sempre estarmos bem e ao lado de toda a tripulação. 

 

E o que é mais gratificante nela?
Sinceramente, TUDO! Como dizemos, o pernilongo da aviação nos picou e agora já era, você vai amar cada dia mais esta loucura. (risos)



por Didi às 13h27



Angel

Achei uma comparação ótima numa dessas revistas de celebridades: em uma página estava a foto de uma atriz nacional (até legalzinha) com uma bolsa Louis Vuitton que custa R$ 24.000,00. Na página ao lado, estava a supermegaultra Angelina Jolie com um vestido preto lindíssimo que custou 26 doláres, o equivalente a R$ 50,00. Adorei!

Como meu conceito da Angelina mudou nos últimos anos (e isso não faz menor diferença para ela, claro)! Antes eu a achava uma chata. Quando pegou o marido da "Rachel", então, deu muita antipatia. Mas a atriz conseguiu transformar isso. Não só por ter adotado uma família fofa que todo mundo ama, mas por ser inquieta com um tanto de assuntos importantes, por ter largado a crise revoltadinha dela e arregaçado as mangas. Por saber pilotar carros, motos e aviões. Por manter um estilo preto+branco+cinza que tomou conta das lojas na última estação e deixou todo mundo mais elegante. Por dar entrevistas e falar "I would give up every thing I have for my children. Oh, my God, in a second". Sem contar que ela é linda e tem os dentes perfeitos. Além disso, parece que é bem-informada. Comprei a Newsweek do mês passado com a Jolie na capa (Título: Woman on a Mission). Uma matéria que me fez muito bem. Hoje vejo que a Angie é inspiração pra muita gente. E tá certo. Todo mundo pode começar pelo vestido de 26 dólares. Ela dispensou o tipo dark e hoje diz que a coisa mais maluca que já fez na vida foi se envolver com a causa dos refugiados. Para a Sra. Pitt (pra mim, é casamento), suas viagens a ajudaram a conhecer o mundo e querer fazer diferença. E tem feito! Veja trechos da matéria, clique aqui.


Há um tempo li num blog a seguinte pergunta: seria Angelina, uma heroína moderna? Depois de ver essa foto, como posso duvidar?




por Didi às 10h55



Savassi

A Savassi é uma região fantástica aqui de Beagá. Agora estão acontecendo aqui diversos festivais (da Claro e de Inverno) para aproveitar a época de férias. E cada dia fico sabendo de uma história interessante na área. Antes de contar a história, tenho que comentar que ontem aconteceu uma tragédia ali na Cristóvão Colombo. Muita gente deve ter visto nos jornais. Uma obra desabou e acabou matando um homem que trabalhava nela. Meu pai sempre comenta que se for pra morrer, que a morte nos pegue trabalhando. Foi triste. Esse pedreiro faleceu muito jovem, mas, pelo menos partiu de forma digna. Claro que só isso não tira a dor de ninguém...


Agora a história interessante. Gosto de experimentar diversas lanchonetes e restaurantes por aqui, mas há uma que considero especialmente simpática, pois tem um menininho fofo de mais ou menos um ano de idade (não sei se devo citar nomes, não irei) que é filho dos donos. Esse menininho nasceu com um problema nos rins e precisava de um transplante urgente. Os pais não foram compatíveis e o meio-irmão mais velho tinha certa compatibilidade e se interessou em doar, mas depois, por questões pessoais, desistiu. A criança estaria passando por sérios apuros se não fosse por uma vizinha da lanchonete. Ela trabalha num salão de beleza e se ofereceu para doar o rim para ele. Assim, por pura simpatia! Fizeram os exames e descobriram que coincidentemente ela era mais compatível que qualquer um da família. Se tudo der certo (como tem dado), até o fim do ano, o pequetito receberá o rim dessa moça tão especial.



Quem, com essa história (ou com qualquer outra história), se inspirou para ajudar, pode começar doando sangue ou fazendo coleta de pequena amostra da medula óssea para banco de mundial de dados para doações (já falei disso aqui no início do ano, se não me engano). Informações em Belo Horizonte, no site do Hemominas (só clicar aqui).




por Didi às 11h35



Observações 2

Tenho que parar de horrorizar com o tanto de comida que os outros estão comendo.
E nem é que eu coma pouco. Mas quando chega um prato fundo com ovo, bife, arroz e purê de batatas transbordando para meus amigos, sempre arregalo o olho e mal contenho os comentários...

Meu avô por parte de pai tinha uma história com isso. Quando alguém berrava à mesa "Mas você vai comer isso tudo?", ele sempre respondia com classe: "Pior é quem faz o escândalo". Grande homem!

por Didi às 16h08


 

De Belo Horizonte, Minas.

vistadacidade@yahoo.com.br


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