Quando eu estou aqui
Bom, já tinha um tempo que estava querendo falar sobre o caso Roberto Carlos e sua biografia não-autorizada. Aí vi que a história já está começando a esfriar e estou sem jeito de atualizar o blog. Fora que já tem um post aqui com o título “Deixem o Roberto Carlos em Paz” e nem era sobre o “rei” que eu estava falando... Então, a idéia é essa. Nada contra o a biografia, mas se o biografado não quer exibir suas tantas emoções, não tem discussão. Não adianta ficar comparando com a ditadura, com o index da inquisição e até com o nazismo. Aliás, tudo que é contra algum interesse da mídia é comparado com essas 3 fases negras da humanidade. É um ótimo argumento, inclusive. Se a professora dá nota ruim, ela é nazista. Se pornografia não é vendida para menores, é o index. Blé! Não vejo censura em alguém não querer que ganhem dinheiro falando dele. O problema foi que o cantor assumidamente não leu o livro, que parece ser inofensivo mesmo. Isso foi chato. O livro é um histórico da música brasileira tendo Roberto como ícone. Roberto Carlos não virou racista porque parou de cantar música de negro para se dedicar a compositores brancos, não tem essa conotação. E que lhe faltava uma perna, isso a gente já sabia e respeitava. Acabou que o auê foi um supermarketing que explodiu de idéias para roteiros de programas de televisão, rádio e diversos blogs do país que fazem a leitura da obra contrariando as decisões judiciais. Nem bombeiro pode apagar! O autor, Paulo César de Araújo, sente-se injustiçado. Entendo o lado dele e confio em sua boa intenção. Mas lançar um livro a qualquer custo tem seu preço (se é que dá um bom trocadilho). O público está muito chegado num tititi e pessoas públicas são alvo mole pra fofoca. Sofrem e depois correm atrás do prejuízo. Sobra pra todo mundo. Ninguém lê uma biografia de Galileu ou Voltaire para saber com quem eles dormiam ou deixavam de dormir. Não tem importância se eles bebiam muito ou pouco, se freqüentavam festinhas, se andavam na moda etc. Essas pessoas têm biografias que contam como se tornaram os grandes homens/mulheres que foram por seus trabalhos que contribuíram positivamente para a história da humanidade. O bafão fica pequeno perto da moral deles. E é esse o tipo de relevância que deveria contar numa biografia. É esse tipo de biografia que devemos analisar se está sendo ou não produzida. Se “Roberto Carlos em Detalhes” faz esse tipo, tomara que seja liberado! Seria fantástico ver a livraria cheia de livros assim. O problema é que ainda vemos poucas dessas publicações. Será censura? Nazistas!
por Didi às 23h47
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Aniversário do meu segurança
Hoje é aniversário do Peter, meu cachorro. Não é aniversário do dia em que ele chegou lá em casa, mas sim do dia em que nasceu essa coisa fofa, orelhuda, patolinha! Hoje ele é um belíssimo cão-de-guarda, amigo, companheiro e prozac. Amo todas as manhãs que o recebo, invariavelmente, 6h15 para me acordar. Ele pula com seus 23 quilos pra cima de mim e dá aquela lambida maravilhosa no meu queixo (não faça careta, é uma delícia!). Ter um cachorro pode fazer qualquer pessoa mais feliz. Apesar de todos os problemas de estrutura que temos, nossa qualidade de vida aumentou 200% com a chegada inesperada da cria. Chego tarde em casa e sempre sou recebida com festa, pulos e voltas olímpicas de alegria em torno da mesa. Levo o Peter pra passear todos os finais de semana e, foi num desses passeios que conhecemos o Nestor, amiguinho pug do Peter, com quem hoje trabalho (sim, tem um cachorro fofíssimo no meu colo agora). Meu cachorro me ajudou a arrumar emprego, me ajudou a emagrecer, a acordar cedo, a ver menos televisão e a compartilhar tudo. Estou muito orgulhosa! Sou a feliz proprietária de um vira-lata (boxer com basset hound) lindo que hoje completa seu primeiro ano de vida. Quer dizer, os primeiros sete, né?!

por Didi às 17h21
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Coisas de Casal 2
Mais um caso para a série. Desta vez, o rapaz ganhou o troféu "melhor resposta".
- A gente tem que sair cedo pra chegar a tempo lá. Não vá me enrolar, hein?! - Pode ser num abraço?
por Didi às 08h49
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Conversas verídicas sobre ficção
- Pai, eu te frustrei por não ser boa em matemática? - Que isso, filha... Quase nada! - Ah, você também me frustou por não saber escolher filmes.
Amo minha família!
por Didi às 00h45
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Coisas de casal
Eu realmente deveria escrever sobre o break dos hermanos, mas uma outra coisa me inspirou mais agora: A idéia de criar uma série de “momentos divertidos em casal”. Visões que tenho de casais alheios e não-alheios.
Vou começar a série (essa idéia de série acho que é cópia da Lili também, o que eu posso fazer, me diverte) com um momento que presenciei ontem num encontro de família.
Minha tia (mãe daquela menina que pediu uns 500 mil reais pro papai Noel e não ganhou, claro) abraçou meu tio, maridão dela e disse “Vai, me fala umas coisas bonitas!”. Ele, romanticamente, respondeu “Euro, Dolar, Ouro...”.
por Didi às 23h41
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