Aleatoriamente feliz
A postagem passada era apenas uma lembrança de um comentário que uma vez deixei no blog da Luiza. Todos os blogs amigos estão indicados ao lado. Muitos já desistiram de seguir com eles. Hoje eu teria um texto enorme para colocar aqui. Mas ele está só na minha mente e não há tempo para isso. Blog é meu lado adolescente que não pretendo abandonar tão cedo. Enfim, tomara que vire algo mais adulto.
Ontem Sil fez aniversário. Ela é minha mãe. Parabéns! Hoje alguns amigos passaram no vestibular. O mais lindo dos casos, no entanto, veio de uma conhecida que não chega a ser bem amiga, mas que já tem minha torcida. Com o pai desacordado por um acidente, teve que fazer as provas com preocupações extras. Cada movimento dele valia pulos pra família (de pensar que a gente mexe toda hora e não leva isso em conta). Hoje saiu o resultado. Passou. Hoje o pai acordou. E, nas primeiras palavras, ouviu-se o tão esperado e merecido "parabéns".
por Didi às 00h35
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As coisas que faço pelas minhas amigas!
Se o amor é uma dor, a saudade é uma maldade, amizade é uma verdade, e Luiza é poetiza.
por Didi às 16h16
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sem querer fazer propaganda, mas a matéria foi oportuna...

Peter mudou a vida da família inteira!
Adoções de cães e gatos já vacinados e examinados www.petmg.com.br e www.caoviver.com.br
por Didi às 11h28
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Super-heróis
A chance de alguém achar uma medula óssea compatível é, segundo informações médicas, de mais ou menos uma em um milhão. Então, você que pode pesar menos de 50kgs, queira procurar o hemominas para marcar a retirada da amostra de sangue. Se for compatível com alguém, alegre-se, você é o sortudo que poderá salvar uma vida! E vá fazer o procedimento sem frescuras, como um super-herói!
por Didi às 22h40
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Pequenas reflexões sobre algumas reflexões
Estava pensando sobre “títulos”. E o título do texto anterior realmente pode gerar interpretações equivocadas (há, como se eu já não tivesse me acostumado com isso!).
Então, como o blog é meu mesmo, vou usar este texto aqui para explicar algumas manias que tenho e que, uau! como são mal-interpretadas...
A primeira é a de fazer trocadilhos. Passo longe de ser a pessoa mais criativa do mundo, mas devo assumir minha fixação por trocadilhos. Muitos deles são bestas, muito bestas. Quando assusto, já saíram. Tenho que controlar mais isso. Andei ficando mais séria, segurando alguns, mas dentro de mim ocorre uma explosão de euforia quando descubro a possibilidade de um. Poucas pessoas me entendem. A maioria era da faculdade (de comunicação, não de Direito). Ainda é difícil pra mim essa questão. Estou explicando aqui. Tenho essa dificuldade, essa vontade de agradar e, muitas vezes, recebo uma cara fechada em troca. É como meu cachorro, coitado. Ele gosta de todo mundo, quer pular em todo mundo para demonstrar isso. Mas quem disse que os outros entendem assim?
Bom, então o título do post anterior. Não vou mudar. Não vou. Acho que não vou. O título é um trocadilho com aquela expressão “a fila anda” (tenho que explicar, né). Não que eu seja adepta da expressão, mas que é conveniente usar um título desses para um texto que fala sobre “furar fila”, ora, isso é. A expressão em si, acho muito antipática. Demais, até. Como se alguém no mundo, além de duas ou três amigas minhas, tivesse uma fila de pessoas esperando. Claro que não. Patético isso! As pessoas estão tão desacostumadas que hoje todo mundo é de todo mundo e ninguém é de ninguém. O que isso quer dizer? Que provavelmente você não era a primeira opção de quem está com você e vice-versa. Não foi uma fila, foi uma coincidência que deu certo. Mas este é um outro problema geral, social e moral e eu tenho absoluta certeza de que não há nenhuma palavra que possa escrever aqui que vá resolver tal coisa.
Meu intuito é explicar a minha mania, porque isso pode ser resolvido rápido. Eu tenho mania de trocadilhos, alguns dão certo outros não. Tenho mania de piadas de cotidiano, de responder com perguntas, de filmes de investigação e uma tendência ao vegetarianismo. Sinceramente, quem não gosta assim, não me importo tanto (me importo um pouco, admito), ainda tem todo o meu respeito. Mas não minha admiração.
Sim, tenho mania de escrever quando estou indignada também! Assim como de escrever quando estou tranqüila, feliz, otimista etc! Nem sempre aqui.
por Didi às 18h30
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A fila anda (e os assuntos mudam)
Estava eu numa loja bem baranga comprando uma calça apropriada pra andar com meu cachorro. Já tinha passado por um aperto, que quando fui experimentar a tal calça no provador, um bebê abriu a cortininha. Maior susto. Chamei atenção dele e da mãe. Que falta de educação, né. Mesmo assim, fui pra fila pagar a calça. Uma outra mãe estava na minha frente com sua filha criança-mimada-sem-limites. A menina saiu correndo pela loja e a mãe foi atrás (o que a tirou da fila). Continuei no meu lugar quando uma caixa do outro lado do balcão me chama para ser atendida. Fui. Estava esperando ela fazer os procedimentos lá, quando olho pro lado e aquela mãe da menina mimada estava assim “que cara de pau, hein...”. Olhei pro lado. Ninguém. Estranho... Ela olhou pra mim. Eu? “É, você passou na minha frente”. Ah, não. Quem me conhece sabe que eu NUNCA furo fila. Nem de comida a quilo eu furo. Nem de doação de sangue. Uma pessoa me acusar de furar a fila é como um namorado me acusar de traição.
Fiquei indignada. E aí ativei o meu novo estilo de vida: Justiça acima de tudo! E ela teve que ouvir e a mulher do caixa teve que provar que havia me chamado. Enfim, calou-se. Maldita seja.
Não sei se volto mais na loja. Melhorei pouco tempo depois, quando encontrei minha família na casa de um tio. Eles comentaram uma coisa ótima: Mussarela se escreve com Ç. Muçarela. Com cidilha! Mu-ça-re-la. Horrível, né?! Tem coragem de comer?
por Didi às 21h55
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1997
Vendo uns escritos aqui, lembrei-me de um caso vivido quando estava na oitava série (atual nona série): Durante a aula de História, minha colega (e amiga querida até hoje) virou-se para mim e perguntou baixinho "Di, por que todo presidente tem nome de rua?".
Ela estava brincando. Essa é a melhor parte!
por Didi às 19h56
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Por quê não jogo boliche
Ganhar ou perder, em se tratando de jogos, não faz muita diferença para mim. Desde que não valha dinheiro (e não jogo por dinheiro, só aposto coisas óbvias como quem vai ganhar as eleições e quais são os felinos...). Teria sido ótimo se essa conclusão tivesse acontecido há uns dez anos.
Nessa época, fui com minhas colegas da escola jogar boliche pela primeira vez. A gente fazia rodízio e eu não acertava um pininho sequer. Por mim, tudo bem, mas as meninas começaram a me chatear com a história... “Você deve estar triste de não conseguir acertar nada, né?!”, “você vai ficar traumatizada com boliche?”, “Tá com vergonha do seu nome em último lugar no placar?”. Ai, como somos chatas quando queremos, hein?! Hoje tenho a política de não me deixar incomodar e também tentar não incomodar, mas com treze anos quem disse que eu pensava nisso?
Aconteceu que não voltei mais ao boliche com aquelas meninas. E elas fizeram questão de falar que entendiam o motivo. Ai, ai... Mas voltei com outros amigos. Desta vez, a maioria homem. E sabe quando os rapazes têm certeza que são bons em tudo? Pois é, esse tipo. E o que aconteceu? Resolveram que tinham que me ensinar toda a técnica de jogar boliche. Eu pegava a bola, ia correndo e ouvia “nãaaaaao, Didi, peraí, você está segurando errado”. Acabou que os espertinhos, para me “ajudarem”, jogaram na minha vez. Também nunca mais voltei com eles.
Depois fui com minha família. E ocorreu uma coisa trágica. Fui ajudar minha priminha com a bola e ela machucou o pé na bola (um pouquinho só), mas desandou a chorar. A família inteira me culpou. Olhares repressores... Uma delícia!
Então, um dia, viajando com meu pai, passamos por um lugar que tinha boliche e estava vazio. Ofereceram pra gente jogar. De graça. Bom, se era de graça...Peguei a bola do jeito que sempre fiz. Strike! Aquela seria minha aposentadoria!
por Didi às 19h56
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Sabe quando você só gosta das frases e não do filme...
"If you believe in love at first sight, you never stop looking."
por Didi às 22h23
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Caros Amigos, Raros Leitores,
finalmente aquele ano estranho acabou. E digamos que acabou até bem. Entre mortos e feridos, salvaram-se quase todos.
Para 2007 espero que todos estejam com as energias redobradas porque teremos menos feriados, menos copa do mundo, eleições e vídeos do youtube para desviarem nossas intenções de salvar o mundo!
Que sejam vocês muito felizes, saudáveis e discretos o suficiente com a felicidade. Sim, porque "olho gordo" é que nem meu cachorro quando nos vê comendo. Sério, a gente acaba deixando cair. Por isso, cuidado!

Simbora pra 2007!
E qualquer comentário, crítica e saudação, dinheiro, cheque ou cartão: vistadacidade@yahoo.com.br
por Didi às 12h29
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