Que no próximo ano a gente saiba estar no lugar certo na hora certa. Um ótimo ano para os leitores anônimos e também aos queridos amigos que me acompanham!
Qualquer coisa, estou no vistadacidade@yahoo.com.br
por Didi às 19h22
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Amelie!

por Didi às 23h17
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Minha priminha escreveu uma carta pro papai Noel pedindo uma boneca e 700 mil reais em notas. As crianças de hoje estão mais espertas que antigamente, apesar de todo o esforço da mídia.
por Didi às 15h57
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Fermento, farinha e sal.
De todas as receitas,
a que mais rende é a federal.
por Didi às 23h53
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Que tal sair da teoria?
Está lá no Código de Ética da Rádiodifusão Brasileira - Brasília/DF - 1993
Capítulo II
Art. 7o - Os programas transmitidos não advogarão discriminação de raças, credos e religiões, assim como o de qualquer grupo humano sobre o outro.
por Didi às 11h46
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A vilã
Estranho gosto pela intriga,
Da cordura é inimiga
Quer viver de mal dizer,
Controlar, intrometer
Apropria sem propriedade
a escrava da vaidade
Sabe pouco dela mesma,
será digna ou indigna?
Vida alheia é seu ofício,
Seu pensamento, tortura
e vício
Não nos resta outra saída,
gente assim que vá embora
Perigoso é seu olhar
que olha e só vê fora
Vive pela indiscrição
No interno existe um bar
Sem ligar pra coesão
De agir e de falar
É triste o que encena
essa dona tão pequena
nada é dona de verdade
grande é sua necedade
Sua vida inspira pouco,
É tão triste o que encena,
Não inspira poesia,
Simplesmente grande pena.
por Didi às 14h09
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De um paulistano que hoje admiro

Poemas da amiga Mário de Andrade
A tarde se deitava nos meus olhos E a fuga da hora me entregava abril, Um sabor familiar de até-logo criava Um ar, e, não sei porque, te percebi.
Voltei-me em flor. Mas era apenas tua lembrança. Estavas longe doce amiga e só vi no perfil da cidade O arcanjo forte do arranha-céu cor de rosa, Mexendo asas azuis dentro da tarde.
Quando eu morrer quero ficar, Não contem aos meus amigos, Sepultado em minha cidade, Saudade.
Meus pés enterrem na rua Aurora, No Paissandu deixem meu sexo, Na Lopes Chaves a cabeça Esqueçam.
No Pátio do Colégio afundem O meu coração paulistano: Um coração vivo e um defunto Bem juntos.
Escondam no Correio o ouvido Direito, o esquerdo nos Telégrafos, Quero saber da vida alheia Sereia.
O nariz guardem nos rosais, A língua no alto do Ipiranga Para cantar a liberdade. Saudade...
Os olhos lá no Jaraguá Assistirão ao que há de vir, O joelho na Universidade, Saudade...
As mãos atirem por aí, Que desvivam como viveram, As tripas atirem pro Diabo, Que o espírito será de Deus. Adeus.
por Didi às 13h43
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Curem-nos
No yahoo-grupos da minha turma do curso noturno estava este trecho.
"Quem sofre do mal da saudade não acha alívio um só momento Pois tem perto a enfermidade E longe, o medicamento!"
Verdade!
por Didi às 09h11
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