Completo/Incompleto
Quem nunca sofreu uma reprovação por ter sido sintético em uma prova? Por exemplo:
"Questão: Segundo os últimos acontecimentos na Europa, analise o assassinato do Arquiduque Ferdinando e suas conseqüências."
E a gente respondia "Início da 1ª guerra mundial". Pêee! Resposta errada. Teríamos que ter enchido muito mais lingüiça do que isso. Com o tempo, a gente pegava o jeito. Tinha o velho golpe de copiar todo o enunciado, rebuscar um pouco a linguagem e colocar os números por extenso...
"Segundo os últimos acontecimentos na Europa, o assassinato do Arquiduque Ferdinando pode ser analisado como o estopim para o desencadeamento do que foi, lamentavelmente, a primeira guerra mundial."
Talvez a gente aprenda a malandrar demais na escola com esse tipo de prova e a cobrança por uma resposta "completa". Não era pra ser assim. As provas deveriam ser apenas uma certificação daquele conhecimento que foi comprovado e, algumas vezes, praticado por todos. Que sejam orais, sem reprimir ninguém. Como uma simples conversa. A próxima geração deve pegar alguma coisa mais estimulante, quem sabe?! Mãos à obra!
por Didi às 10h39
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Uma "encheção de linguiça" aqui neste espaço, pequena curiosidade: "Pedro, o Grande, imperador da Rússia entre 1682 e 1725, era realmente grande. Ele tinha 2,13 metros. Já o temível Átila, rei dos Hunos, media 1,06 metros. "
por Didi às 22h18
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Abre essa janela, primavera quer entrar
Se passasse uma lista para registrar a presença de todos que sobreviveram a todas as adversidades desde a primavera passada até hoje acho que teria uma penca de gente. A primavera não é mais daquela forma infantil como víamos, já não tem mais tantas flores como o esperado. Descobrimos ser um país sem as quatro estações bem definidas. Mas e daí? Hoje a primavera chega e anuncia que, se você teve problemas, eles estão de saída. Estranho, mas faz sentido. Aquela velha história: quando seus amigos disserem que vai dar tudo certo, é verdade!

"Canta que é no canto que eu vou chegar Canta o teu encanto que é pra me encantar Canta para mim, qualquer coisa assim sobre você Que explique a minha paz, tristeza nunca mais" Los Hermanos
por Didi às 22h50
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Culpa minha
A Thais, minha amiga, é a pessoa mais agitada que conheço. Como diria a Julia: ela ganha de todo mundo. Até pra falar. Conta mil casos de uma sentada só. Outro dia me falou de uns sonhos que e teve, falou da viagem dos pais, falou que pensava em cortar o cabelo, falou das aulas de espanhol, contou do fim de semana e mais um monte de coisas. Dias depois, no estágio, minha chefe resolve fazer uma reportagem sobre o atendimento de emergência em Belo Horizonte. Recomendo a Thais como fonte pois lembrava que entre tantos casos, ela havia contado um caso sobre isso. "Alô, Thais? Oi! Eu trabalho com a Diorela, ela me passou seu telefone porque disse que você poderia dar um depoimento sobre o atendimento de emergência em BH. Diz que você fez uso dele outro dia..." Thais responde e só escuto minha chefe falando "sim, claro, claro... então tá bem... Obrigada!". Qual não foi a minha surpresa quando, ao desligar, ela, a chefe, se vira para mim e diz "ô Diorela, ela sonhou com o negócio."
por Didi às 22h46
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Adoro Sorvete
Me disseram (a ordem está errada, mas quero assim) que este blog já tem seu público fiel... Então a infiel aqui sou eu que tenho escrito menos. E quando escrevo, ainda recebo muitas críticas por ter falado mal de algo enaltecido por muitos: a azeitona. É, gente, não tem jeito, eu não gosto mesmo, quando pequena tudo que era ruim para mim, tinha gosto de azeitona.
Vou exercer o direito de livre expressão que este espaço me dá e mandar os parabéns para Dona Letícia Grossi e Dona Sarah David que aniversariaram no mesmo dia 18 de Setembro e fizeram o favor de comemorar em dias diferentes para que pudéssemos comparecer a todos. Duas amigas queridas, cuja amizade caminha para a eternidade e nem ligo se isso soar piegas! Essa é a parte em que cumpro com os últimos prazos para atualizar o blog e está longe de me lembrar azeitonas. Vamos esquecer este assunto, certo?! Falemos dos amigos, dos aniversários e do público fiel. Bons como sorvete!
por Didi às 23h42
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Dadaísmo
Se qualquer coisa é arte, não tem graça nenhuma ser um artista. Se alguém diz que ama todo mundo, não tem graça se disser que ama você. E o que é arte? Ou o que é amor? Assuntos que são abstratos o suficiente para se tornarem um critério particular. Eu escolho: isto é arte. Fi-lo porque qui-lo (!), porque ninguém sabe me dizer o que é e ninguém terá direito de dizer que não é. O mesmo vale para o segundo. Também vale para beleza (que já não somos mais os mesmos) e até para o tempo... Não é como dizer "azeitona tem gosto ruim". Porque azeitona é ruim mesmo, e isto todo mundo já concluiu que é uma verdade absoluta. Não é?
por Didi às 22h46
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Pessimista mas Otimista
Depois de muita errada no mundo meu pai comenta: - Não há dúvidas de que esta cultura esteja em decadência. - "Os cavalos não apostam nos homens". -eu lembrando uma frase do Millôr. - É, mas eles não têm mesmo a capacidade de por os homens pra correr. -ele. - Se tivessem, será que apostariam? -eu. - Só os burros. -minha mãe.
por Didi às 11h13
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Tarefa difícil é agradar a todos e a si mesmo simultaneamente.

por Didi às 21h35
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Carta para alguém bem longe
Puxa, ainda bem que você não está aqui para ver o que tem acontecido com o mundo. Semana passada tivemos um acontecimento tão estúpido na Rússia que você nem iria acreditar. Virou capa de tudo quanto é jornal, revista e site de notícias. Pior que isso não é uma coisa única, e coisas ruins não têm acontecido só do outro lado do mundo. Aqui estamos em época de eleições e não temos muita escolha. Acho que vou anular o voto como forma de protesto. Estou pensando no assunto... Ainda aqui, as criancinhas continuam fazendo malabarismos nos sinais das ruas, enquanto suas mães, em outros sinais, fazem mais criancinhas.
Como você faz falta...
Temos tentado nos distrair entre os amigos, com música, comida, bebida e algum cinema. Quem dera isso resolvesse problemas. Os dias de festas não têm sido muitos.
Hoje se comemora a independência do meu país. É feriado. E aproveito para escrever e repetir as palavras do Chico, de que "a coisa aqui tá preta". Mas a gente vai levando e fazendo a nossa parte, que não adianta chorar, nem reclamar, o negócio é se ocupar e ver se alguém leva em consideração algum bom exemplo que um dia conseguiremos passar.
Volte logo. E traga uma solução, se possível. Vou pensar em uma também. Assim que souber, te aviso.
Saudades.
Diorela
por Didi às 12h48
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Caricatura - Original até o último traço.
Hoje foi nosso dia na faculdade! Os quatro anos de curso são todos voltados para isto: divulgar a agência experimental do último período. Fizemos um estúdio de fotos com fantasias no intervalo ao som das trilhas mais animadas que conseguimos arrumar (salve Shrek, Rei Leão e That's 70's Show). O resultado foi melhor que o esperado. Valeu a pena ficarmos ontem recortando milhares de convites e adesivos, abdicando das refeições ou de qualquer outro prazer. As pessoas nos aceitaram bem! Uhuhuhu! Caricatura!

por Didi às 21h21
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É hoje!
Acho que sou calma. Não fico muito nervosa mais com nada. Hoje tenho uma palestra para dar e, até agora, estou tranqüila. Da última vez, eu tinha planejado uma apresentação em Power Point para me ajudar. Na hora o programa não funcionou e "puff", continuei calma. A última vez que devo ter ficado nervosa foi no exame para tirar carteira de motorista e mesmo assim nem precisava. Não foi sempre assim. Principalmente quando eu tocava piano e tinha apresentação. Que nervosia que me dava... Mas acho que foram as apresentações de piano que me levaram a acostumar com situações de exposição. O fato de não ficar nervosa, não significa que me saia bem em tudo. Mas, pelo menos, a tremedeira não me condena. Torçam por mim hoje na palestra. Aliás, apareçam por lá também (R. D. Leonídia Leite, 28, Floresta, 20h)! Seria bom...
por Didi às 10h47
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