Vista Da Cidade


Quem vai cuidar dessas mulheres agora?

Imagine um lugar que tem as portas abertas para as mulheres receberem atendimento ginecológico gratuito. Um lugar onde as mulheres são atendidas por médicos experientes que passam seus conhecimentos para jovens recém formados e entusiasmados com a medicina.
Imagine que três mil mulheres por ano escapam de doenças idiotas como o câncer de colo de útero porque descobriram logo no início e se beneficiaram com um tratamento rápido antes mesmo daquele, por vezes doloroso e muito mais custoso financeiramente quando a doença já está mais avançada.
Um lugar que não cobra das mulheres, ensina aos estudantes e alivia para o governo o dinheiro que gastaria com o jeito SUS de tratar câncer em pessoas carentes.
Um lugar no meio da Floresta (o bairro), um instituto de pesquisa e ensino que não se envolvia com política, muito menos com corrupção.
Este é o lugar que fechará as portas amanhã. Depois de muita luta, os sete médicos fundadores do IPEMIG não resistem mais à falta de incentivo de qualquer parte. Secretários, governadores, o escambal, nunca se interessaram em ajudar.
Um único poder levantou a bandeira pro instituto e este foi a Imprensa. Estado de Minas, TV Record e Isto É deram o seu grito. Amanhã, devem ir Rede Globo e Bandeirantes. Mas não será para mostrar o atendimento às dezenas de mulheres que a ONG fazia, nem para gravar depoimento das moças falando que fora um alívio ter descoberto o Ipemig a tempo de se curarem. Eles vão mostrar o caminhão de mudanças, o desligamento dos aparelhos, o adeus aos funcionários e perguntar para a audiência "quem vai cuidar dessas mulheres agora?".



por Didi às 22h31
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goo goo g'job

Estou fazendo um trabalho pro INAP que me faz passar muito tempo na frente do computador. E esse velox que me atenta a entrar pelos caminhos tortuosos da internet toda hora... me seguro. Descubro que não sou tão fã assim da vida longe dos computadores. Muito menos cercada por eles. Do seu funcionamente não entendo bem e volta e meia descubro que quem diz que entende, também não sabe do que está falando. Mas o computador é uma ferramenta importante não somente de trabalho, como para isto aqui que a gente insiste em chamar desse nome estranho de "blog" ou para reencontrar amigos naquele outro lugar de nome igualmente esquisito que é o "orkut". Diante desse monitor que parece prestes a me engolir dá pra construir um mundo e se perder nele. Coloco música para estimular mais um sentido e eis que Chico Buarque começa a cantar. Daí tudo pára. E o PC que ia tentando me ajudar a cumprir com algumas obrigações me embrenha na música que fala de saudade, que fala palavras que nem Aurélio de Holanda traduziria, nem o computador processaria. E não processa. Música que fala da mortalha do amor, da metade exilada de mim e não me deixa fazer o trabalho em paz. Entra o eggman dos Beatles. Ele se diz o walrus.  E tome orkut, e-mail, blog, banda larga, pop-ups, site de curiosidades, comunidades, última hora... Volta Chico, volta Ringo, Paul e companhia. Tenho que terminar o trabalho... Parem com isso todos vocês! Preciso de um chocolate.



por Didi às 18h29
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The one which is not endless

Com tanta coisa boa pra falar, tantos assuntos relevantes para comentar, eu me detenho em um programa de TV que 50% dos blogs do mundo já comentaram: Friends. O motivo? Bateu saudade adiantado com este último episódio eminente...
Nos tempos de escola o pessoal já comentava, mas como aqui em casa não pegava, só fui acompanhar mesmo depois que passei no vestiba e a tv por assinatura foi prontamente instalada. Para aumentar ainda mais a fascinação pelos seis personagens ainda consegui com uma amiga todas as temporadas antigas gravadas em VHS, o que me garantiram bons momentos de risadas e um jeito de levar a vida com um bom humor mais proeminente. Verdade que depois de uns meses já envolvida no assunto, o assunto cansou. As piadas, por mais originais que fossem, já não tinham o mesmo efeito e hoje me acusam de não acompanhar a série tanto quanto deveria.
Em plena dieta de seriados, ainda quando ligo a tv e ouço a música tema dizendo "when it hasn't been your day, your week, your month, or even your year, but I´ll be there for you" dá pra sentir uma pontinha de alegria de reencontrar essa pessoas que parecem que a gente sempre conheceu. E talvez tenhamos conhecido mesmo um Chandler, um Joey, uma Mônica e até uma Janice. Personagens não tão caricaturais (como gosta o humor brasileiro), porém mais próximos.
Seis amigos que se encontraram em NY, se uniram às voltas de uma mesinha de café, um apartamento roxo e um pingüim de pelúcia. Amigos que estavam sempre lá na TV, sempre aqui nas nossas salas, todas as semanas, mostrando um lado bom da vida, mesmo quando a gente já não ria tanto mais deles.
Friends agora acaba depois de se casarem, terem filhos e se mudarem. Já não estarão mais lá pra gente. Pior que a gente estará sempre aí pra eles!



por Didi às 22h57
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E BH comemora!!!

Só queria avisar que hoje no Prado haverá uma festa junina na rua Safira pra quem quiser. Com bandinha, barraquinha e correio elegante! Vai de 5 da tarde (agorinha mesmo) até meia noite. Depois a pessoa pode dar um pulinho no Espaço Rock News e ver o que tem de bom por lá. Também, a partir das 18h na Siciliano do Diamond Mall, o autor de "Ria da Minha Vida Antes Que Eu Ria Da Sua 1, 2 e 3", Evandro Daolio, estará lançando o terceiro livro. O homem é muito engraçado... Me matou de rir quando foi no Programa Livre da Babi e no Jô! Depois disso, passei a colecionar os livros.

Acabei de achar a minha carteira de motorista!!! Agora tenho 2 iguais. Esta estava dentro de um livro que já fazia tempo que eu não abria. É, eu também não entendi...



por Didi às 15h49
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Têm circulado e-mails entre meus amigos com algumas curiosidades que descubrimos por aí. Umas vezes são sobre os Simpsons, outras sobre Friends, Seinfeld, filmes e qualquer outra coisa que a gente assista. Mandamos coisas sobre o corpo humano, a velocidade da luz e do som, os planetas e diversas medidas de coisas. Os e-mails têm sido utilíssimos para cada um de nós enriquecermos nosso lado de cultura considerada inútil.
Com base nisso, vou dar uma amostra de um dos últimos e-mails que recebi da Silvia, futura diretora de cinema do estilo Julie Taymor! Obs: claro que cortei as partes do e-mail que eram só pra gente. Discrição é tudo!

- Ao ver Guerra nas Estrelas, quando o Ben Kenobi fala: "Obi-Wan, esse é um nome que eu não ouço há muito tempo." Dá tempo certinho para a platéia gritar "Há quanto tempo?" e aí ele fala: "Há muito tempo".
- O Titanic vai ser o E o Vento Levou de nossos filhos. Todo mundo já ouviu falar, mas ninguém realmente agüenta assistir.
- Quem vai ser o Cazuza dos nossos filhos? Se bem que o Cazuza já é dos nossos pais...
- O Senhor dos Anéis será como a trilogia original de Guerra nas Estrelas para nossos filhos.
- O Brad Pitt será o Robert Redford das nossas filhas.
- Os Simpsons vão ser Os Flinstones de nossos filhos.
- A Turma da Mônica vai ser a Turma da Mônica de nossos filhos, porque ela é insubstituível. E a Mônica nunca cresce (diferentemente do Harry Potter).
- A Fernanda Montenegro, uma atriz sem igual, premiada e aclamada pela crítica, um dia fez uma novela chamada Zazá. E ela era a Zazá.

 



por Didi às 10h57
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Valente, não forte

Das melhores tiradas que meu amigo Quito já teve foi a seguinte "se quer ligar, liga. Todo mundo é fraco e fica fingindo que é forte."
Boa, Quito! Ele se referia ao caso de uma amiga que acabara de terminar o namoro e que, ainda assim, queria falar com ex mas não sabia se deveria ligar. Oras, liga sim. Pra que ficar fazendo joguinho? Esse orgulho besta que não deixa nada bem resolvido, que faz as pessoas sofrerem  por antecipação. E ainda tinha a imaginação dela pra atrapalhar mais fazendo com que pensasse nas grosserias que o tal soltaria quando atendesse o telefone. Tolice. Ela seguiu o conselho do Quito e ficou bem mais tranqüila.
Como os joguinhos são bobos! Todas essas farsas de "ah, não sei, não quero...". Como alguém pode chamar isso de conquista??? Que mundo é esse em que as pessoas fazem mil comunidades no orkut de "eu odeio" e não têm coragem de expressar do que e de quem gostam? Que mal poderia haver nisso? Se alguém não respeita, o problema é dele, não?! Doce lembrança de uma vez que tive que responder um "gosto mesmo, e daí?!".
Mas não, de tanto jogar, fingir de difícil, fingir indiferença, todo mundo sai perdendo. Fica todo mundo sozinho, sem entender aonde foi que errou. E errou por não saber querer. Por ter conservado da infância a única coisa que deveria ter jogado fora: a infantilidade.
Ah, Quito... tão sábio! Nunca teve desses problemas. Orgulho besta... Todo mundo é fraco e fica fingindo que é forte.



por Didi às 16h06
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Esses anos todos...

Mais uma vez me surpreendo com a chegada das férias da faculdade. Agora rumo ao último período. Uma fase que, sem dúvida, deixará muita, mas muita, muita saudade.
Quando terminei o terceiro ano muita gente me avisou que iria "conhecer a vida" naquele momento. Exagero, eu pensava. Mas nem foi tanto. Tive sorte de cair em uma turma muito legal que ia pra pizza hut em todo dia de aniversário de alguém e depois entrava em regime coletivo. Uma turma variada que gostava de forró, reggae, rock, mpb e samba. Que achava cedo voltar pra casa às três da manhã e cedo chegar na aula antes das 8. Uma turma que sempre caía nas mesmas críticas ao sistema durante os debates em sala e depois se viam um pouco responsáveis por tudo também.
Me avisaram que a gente muda muito nestes anos e eu não acreditei. Outro engano. Todo mundo mudou muito. Se a gente pegar as conversas do primeiro período no ponto de ônibus para as cantorias de hoje no carro, dá pra concluir algumas coisas. E a turma ia crescendo e agregando o povo de outras turmas, outros cursos e outros turnos. Ficamos inseparáveis e quem não bebia, passou a beber, quem não gostava de bar, passou a amar e hoje todo mundo se pergunta porque não era assim na escola.
E a gente continua achando que não aprende nada direito na faculdade. Que tá sempre faltando alguma coisa, o que irrita de certa forma. Mas depois traz a reflexão de que talvez o mais importante da faculdade seja, realmente, essa escolha que a gente pode fazer de tudo. Porque nunca, em nenhuma outra fase, a gente terá tantas oportunidades como teve nesta.

gente pra qualquer hora, início deste ano.



por Didi às 12h34
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Verdadeiro ou falso?
Pessoas loiras têm mais cabelo que as morenas. Verdadeiro
O nariz nunca pára de crescer. Verdadeiro.
Os nossos olhos não crescem. Verdadeiro.
O órgão mais pesado do corpo humano é o fígado. Verdadeiro.

Companhias para o fim de semana: duas fitas do Monty Phyton, o Zeca Baleiro, o Marcelo Camelo, o Pedro Abrunhosa, meus amigos, show do Anthonio hoje no Reciclo e meu cobertor.



por Didi às 16h48
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Ouvi uma frase que dizem ser da Cecília Meireles, dizia algo do tipo "eu vou sentir tanta saudade de mim quando morrer...".

ps. depois de uma pesquisa com a Clarice Lispector, descubro que a idéia é da "ucranense". Cecília fica pra próxima.



por Didi às 21h33
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Cabelo, Cabeleira

"Diorela, o seu cabelo tá completamente selvagem." "É, eu sei, ele tá ótimo, não tá?!" "Não".

Ah, brincadeira... a primeira vez que eu me sinto completamente realizada sem aquele cabelo de madalena arrependida e um monte de gente veio falar que ele tá muito "selvagem". Deixa ele. Cabelos são pra isso: irem além da sua cabeça. São o grito de rebeldia escondido dentro de nós. O pulsar de uma evolução em linha reta, em espiral, ou em degraus. Se estiverem indo pra cima, ponto pra você! Eu já ouvi isso antes, naquela propaganda rodada da DM9: não leia revistas de beleza, elas só te farão sentir-se feio. Hoje isso procede.

Antes. Não tenho foto do depois.

 Agora, se me dão licença, vou mandar uns beijos: pra Larissa, minha prima querida, que fez 16 anos semana passada. Comemorou muito bem comemorado e está mais linda do que nunca. Beijos também pro Leonardo Balboa que formou, terminou tudo e é o mais novo produtor editorial do pedaço. Pedaço... hehe, taí uma expressão que não sei da onde tirei.

Vou ali no espelho ver esse cabelo!



por Didi às 21h07
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Pronto, ele me ganhou fácil. Veio com essa conversa mole, esse papo de dor de cotovelo que encanta tanto algumas mulheres. Eu que me julgava já resistente, caí como várias outras. Ele não me sai da cabeça. Anoitece e o travesseiro consegue até ouvir seu nome. Reproduzo suas palavras sistematicamente, ansiosa por ouví-las de novo. Seu futuro, passado e presente... Tudo me interessa. Estou na dele.

Ah, Zeca, você tanto fez... Agora me aguenta!

"por isso hoje eu acordei
com uma vontade danada
de mandar flores ao delegado
de bater na porta do vizinho
e desejar bom dia
de beijar o português da padaria"

trecho de 'Telegrama' de Zeca Baleiro (iria colocar um trecho do 'Samba do Approach' que ele canta com o Zeca Pagodinho, mas não queria confundir os Zecas pra ninguém!)

obs:Marcelo, sempre haverá espaço para você no meu coração!



por Didi às 22h43
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Quanto vale um feriado? Já estava na hora de acontecer um... Reencontrar amigos de longa data, encontrar novos amigos, desencontrar outros amigos, ainda assim, amigos.
Estou naquele horário que muitos consideram deprimente que é o fim do domingo. Ainda mais depois de um feriadão. Eu já não fico triste mais. Aproveitei e descansei o tanto que deu. Saudades dos dias úteis e do pequeno stress de ter que encaixar imprevistos à rotina.
Cheguei esta noite junto com o entregador de jornal. Minha mãe saiu nas páginas de dentro do "Bem Viver", numa matéria da Déa Januzzi. De tão tarde que cheguei, meu relógio biológico que já é invertido naturalmente, enlouqueceu. Não me arrependo por isso, já estou trabalhando no seu controle novamente.
Se eu me diverti nesse feriado? Muito! Aliás, fotinho aqui.
Mas quem me garante que durante a semana, durante a correria ou até mesmo a tranquilidade a gente não vá ter momentos de euforia também? Eu escolhi fazer um curso que pode não me garantir boas oportunidades de trabalho aqui em BH, mas que sempre me deu vários motivos pra rir!
Agradeço às boas companhias deste feriado e estendo o convite para toda a semana. Quem quiser ir no Detran, no Itaú e no Psiu comigo, é só falar. Quem quiser ir no cinema, na Fundação, no bar ou em algum show, também, comunique-me!



por Didi às 21h53
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Vi Cazuza ontem com uma turma derivada de diversas outras turmas: a Thaís (da faculdade), o Sansão (que não via desde que terminei o terceiro ano), ela, ela e ela! O filme é bom e eu poderia escrever muito sobre ele, mas como não fiz isso com os últimos que vi, vou me limitar a dizer que ele ficaria com 3 estrelinhas!

Hoje na aula de inglês (sábado de manhã!) aprendi uma coisa muito legal que vou compartilhar aqui. A origem do Valentine's Day! Sabemos que o dia correto é 14 de fevereiro e que aqui no Brasil é uma questão de estratégia para esquentar as vendas. Porém, meu professor contou que quando Roma ainda era pagã (ou seja, há muuuuito tempo) eles tinham uma espécie de ritual em fevereiro para que os solteiros se encontrassem. Eu não vou descrever o ritual porque tinha até coisas meio nojentas, porém acontecia isso. Depois que Roma deixou de ser pagã (infelizmente, eu diria), um imperador, chamado Claudius concluiu que os homens casados não lutavam tão bem na guerra quanto os solteiros. Isso porque os casados tinham que se cuidar mais para não morrer por terem uma família à espera. Como os solteiros eram melhores para as guerras o imperador proibiu os casamentos para homens menores de 30 anos. Acontece que havia um padre chamado Valentino(!) que não concordava com isso e realizava os casamentos dos mais jovens secretamente. Claudius descobriu e mandou que cortassem a cabeça do Valentino. Desde então o Valentino é considerado o protetor dos jovens enamorados...

Duvido que alguém que esteja namorando vá ler este blog hoje, mas, eu torço por muitos casais de amigos o suficiente para desejá-los muita felicidade assim de longe. Porque "a felicidade ou se reparte ou se perde" da Logosofia. E que se dane essa data estratégica, tem mais é que comemorar isso todo dia! Quanto aos solteiros, comemorem também. Tudo tem suas vantagens!!!



por Didi às 14h40
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E a saga da carteira perdida continua. Hoje, oportunamente, fiquei com a tarde livre. Livre no sentido de não ter que trabalhar para ninguém, mas em outros sentidos, não foi tão livre. Fui no Detran ver se fazia uma segunda via da carteira (obs: depois de ter ligado pra Obra umas 3x e ter passado lá mais duas para ver se não acharam).
Se você perder a sua carteira de motorista os procedimentos são estes: procure em todos os cantos. Não achou? Procure mais e com a ajuda dos seus amigos. Não achou? Continue procurando. Cansou de procurar? Precisa dirigir? Então você tire xerox da sua carteira de identidade, CPF e comprovante de residência, faça uma ocorrência policial. Evite a delegacia que fica atrás do Detran porque lá demora demais. Tenho a impressão que qualquer outra seria mais rápida. Será??? Segue...
Aí você estará com vários papéis na mão. Leve tudo pro Detran antes das 16h. Entregue pra uma moça num balcão lá no fundo. Ela vai copiar alguma coisa e te entregar tudo grampeado além de te dar uma boleta para você pagar em qualquer agência do Itaú (antes das 16h). Daí você paga R$34.71 no banco, volta lá no Detran, entrega os papéis grampeados mais o comprovante que você pagou e eles te darão outro papel. Este é o papel que te permite pegar a sua nova carteira no Psiu da Praça 7 daí à 3 ou 2 dias úteis. Só isso!
Adivinha até que etapa eu cheguei??? Eu saí da fila da delegacia 3h50min... não deu pra pagar nada no Itaú.
Lá na fila da delegacia eu conheci um senhor que tinha tido o carro batido por uma pessoa que fugiu. E a pessoa é tão boba que deixou o nome, a placa do carro e o telefone com ele, que, aliás, é advogado. Ah, muito esperta...
Fui voltando do Detran em direção à Praça da Liberdade quando encontrei a Sabrina!!! A Sabrina é uma moça muito legal que fazia jornalismo lá no UNI e formou agora. Ela estava voltando do cinema cheia de idéias para escrever sobre Diários de Motocicleta no site O Emissário (que aliás, tem uma parte de charges muito legal com um nome perfeito de "Risco Brasil").
Depois, fui atravessar a avenida Brasil e ouvi alguém me chamando. Era um grande amigo meu dos tempos de aula de música. O Pedro! E ontem mesmo eu encontrei a irmã dele na rua... Mas o Pedro tinha algo de diferente hoje. O terno. Meu Deus, aquele menino usando terno pra trabalhar!!! Ficou lindo, Pedro (tomara que ele leia isso). Ele me ofereceu carona, mas estava muito perto, nem compensava!
Voltei o resto sem encontrar mais ninguém, tirando meus vizinhos mesmo! Cheguei cheia de papéis e sem a carteira ainda. Esta foi a minha tarde livre. Alguém quer ir no Itaú pra mim segunda-feira???



por Didi às 17h19
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Alguém viu uma carteira de motorista por aí? A minha desapareceu. Entrou num buraco negro, foi pro reino perdido do beleléu, sumiu. Se eu falar que perdi minha carteira pode ficar ambíguo. Então, ela sumiu mesmo. Justo ela que custei pra conquistar. Foram três provas. Na primeira eu não merecia mesmo porque meu primeiro instrutor não me ensinara a dar ré olhando para trás. Mas na segunda eu errei de nervoso. O instrutor me mandou virar a direita e eu fui pra esquerda. Que agonia que foi essa época. Daí, na terceira eu fiz tudo certinho e o exame durou menos de 3 minutos. Antes de fazer o exame eu tinha escrito uma carta indignada para o examinador caso não passasse. Indignada mesmo. Eu ia entregar e sair correndo. Mas ele me passou e foi super simpático. A carta ficou no carro até roubarem ele. O meu GOL GVR 5573 (acho que era essa placa mesmo). Fico imaginando a cara do ladrão ao ver as coisas que estavam lá: essa carta (que não era pequena), um presente pra um amigo meu, o livro O Homem que Calculava que eu lia no congestionamento, um adesivinho da Fundação escrito "alegria é vida" e uma blusa de frio que eu amava...

Foi meu primeiro carro e durou pouco tempo comigo. Na semana do meu aniversário, ele sumiu. Até meu segundo instrutor, o sensacional Sr. Oliveira, ficou chateado... Carrinho bom aquele. E agora vem esse problema da carteira que não acho desde sábado.

Por favor, se encontrarem ou o meu Gol, ou a minha carteira, me avisem. Tudo bem que eu goste de andar a pé, mas tá me fazendo muita falta.



por Didi às 16h34
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A gente cresce, nossos amigos começam a pensar em casamento e filhos e, de repente, nos deparamos com coisas muito significativas da nossa infância e nos rendemos à elas como os mesmos de 15 anos atrás.
Nos últimos dias senti como se muita coisa estivesse voltando para relembrar uma época em que botas de plástico vermelhas com um vestidinho listrado amarelo me caiam bem.


Foi assim que me surpreendi com o Gael García Bernal em Diários de Motocicleta. Não era a primeira vez que me encantava. Ele fora o menininho, o "eu" de "Vovô e Eu" (novela mexicana que passou depois da febre do Carrossel). Aliás, falando nisso, outro dia, uma colega minha da faculdade que morou no México, me disse que tinha uma amiga lá que fazia faculdade com o Cirilo de Carrossel! Ele faz Biologia hoje. Eu dei muita relevância pra essa informação!!! Se lembram da Punky, a levada da breca?? Pois ela é a mesma garota que fez a namorada baixinha do Joey em Friends. Eu assisti e nem reconheci... Só depois, numa comunidade do Orkut, que fui saber.
Dei carona pra um amigo e descobri que existe um boato de que o Marilyn Manson seja o Paul do Anos Incríveis. Eu duvido, mas tudo bem. Na mesma carona fiquei sabendo que o menininho que fazia o irmão da "Super Vicky" é o Billy Corgan do Smashing Pumpkins.
Também ganhei um CD com gravações raras de Los Hermanos que os tem cantando Trem da Alegria!


Nessa nostalgia toda eu comprei um almanacão da Mônica hoje. E até me perguntaram se era pra passar as férias. Férias, hehehe... ainda escrevo um texto aqui com o "inusitado" tema "Minhas Férias"!


Gael em "Vovô e Eu".


Gael em "Vovô e Eu": bom te reencontrar, rapaz!




por Didi às 23h42
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Dizem que os homens são melhores amigos que as mulheres. Eu também pensava isso até conhecer minhas amigas atuais! São meninas descomplicadas, animadas, que não gostam de joguinho, não enrolam e não gostam de ser enroladas. Moças que se vestem como querem, não ligam se você se veste diferente ou igual. Garotas que ligam quando você não liga, que chamam para sair ou para ver filme em casa. Pedem sua opinião e escutam com atenção. São discretas e muito bem humoradas. Sabem beber e sabem até quando. Não fazem intriga, não ficam reclamando, não mal gastam dinheiro. Têm a mente aberta e sabem de tudo que acontece no mundo. Estas mocinhas são as melhores companhias para tudo, desde palestra do Henrique Meirelles à conversa em qualquer mesinha. Pra mim, a história dos homens virou balela.



por Didi às 11h41
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Continua fria a cidade, hoje a tarde foi cinza, como a cor em si. O que melhorou o aspecto sombrio foram as pessoas de camisa do Brasil circulando felizes como se a taça do mundo fosse nossa. Opa! Ela é!!! Mas não por ontem. Ainda não. O gosto de ganhar dos argentinos é sempre grande. Embora eu conheça alguns que, como pessoas, sejam legais demais! Ronaldinho, mais fofo do que nunca, batia os penaltis com um olho de lince no gol. Pra quem estava lá a sensação deve ter sido ainda melhor. Eu, como disse, perdi a boteco com o povo, perdi o Reciclo com outros amigos também, mas fiquei na companhia do papai que admirava o jogo como uma das maravilhas do mundo.

Quer saber de mais uma maravilha do mundo? A modelo viva da minha aula de desenho hoje estava grávida!



por Didi às 20h37
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Está no intervaldo do jogo BrasilxArgentina aqui em BH. No Mineirão! Tá um frio... por isso eu não saí pra ver o jogo com o pessoal, mas bateu aquele "acho que devia ter ido assim mesmo." Enquanto isso Ana Paula, Léo e Gilsinho aproveitam a oportunidade sofrida de estarem no campo vendo os camisa-amarela dando show. Ah... adoro eles! Todos eles!



por Didi às 21h51
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Acabo de voltar da aula de desenho. Aula com modelo vivo. Semana passada foi uma moça, a Andreia. Hoje foi um moço, o Luciano. Essas aulas são emocionantes, não só pelo fato de ter pouca luz e música ambiente, mas pela idéia de você capturar uma pessoa em alguns traços. Tá, exagerei. Mas pense no que é você olhar para um olho e tentar reproduzí-lo detalhadamente, com sua textura, sua massa e seu brilho. Algumas vezes em papel branco, outras em papel preto e hoje foi no papel craft. Eu nunca esperava fazer aula de desenho, mas tem sido um prazer para mim. E os professores partem da idéia de que ninguém erra, simplesmente aperfeiçoa! Agora, mais difícil que fazer um olho, é fazer um nariz. Eu não consigo acertar. Por exemplo, se queria fazer o nariz da Andreia, acabei desenhando o do Luciano sem querer. E hoje, adivinha de quem saiu o nariz?



por Didi às 22h46
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De Belo Horizonte, Minas.

vistadacidade@yahoo.com.br


::Escrevi::
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