Vista Da Cidade


Na alegria e na tristeza

 

Sábado passado foi aniversário dele e não pudemos comemorar juntos porque tive um curso o dia inteiro.

A questão é que todo sábado a gente sai junto como se fosse a primeira vez. Saio orgulhosa de estar ao lado dele. E acho que ele sente o mesmo. Isso nos faz muito bem. Portanto, hoje o texto é brega. Porque, como diria a Thais, “o amor é brega”.

Ele é um constante motivo de alegria. Sempre divertido, esteve do meu lado nos piores e melhores dias.

Nossa sintonia é a melhor. Com um olhar, ele sabe o que estou sentindo. Algumas vezes me faz rir, outras, oferece um abraço. É a única carência da qual não tenho aflição.

É amigo dos meus amigos. Se dá bem com a minha família. Tem preguiça de gente fresca(!).

É um exemplo de disposição, companheirismo e superação.

Sabe me esperar e sabe me apressar. Sabe, inclusive, pedir desculpas.

Em uma de nossas últimas brigas, fiquei chateada, enfiei o dedo na cara dele. Falei alto. Ouvi também. Por fim, cansada de brigar, sentei ao seu lado na cama. Triste, pegou minha mão devagar. Deitou-se sobre ela como quem pede trégua. E, com ternura, estava desculpado.

Ele é certamente um grande amigo. Quiçá o melhor. Já me livrou de um assalto. Já me curou de doenças. Cabra macho, mas carinhoso. Forte, mas dócil. Esperto, mas leal. É meu guia, meu prozac, meu porto seguro, minha eterna paixão à primeira vista.

Com Peter sei o que é amor incondicional. E agradeço a Deus por esse presente maravilhoso.

Quero pra sempre esse cachorrinho. Na alegria e na tristeza. Na saúde e na doença.

É de amor que estou falando.

 

 

Ps. ;-)



por Didi às 16h15



De frente para o espelho

O caso que vou contar agora aconteceu com uma amiga de uma amiga da minha mãe. Embora esteja muito distante e pareça mentira, é verdade. Mas tanto faz se acreditarem ou não. Também sou mais adepta à pulga atrás da orelha que à crença.

O garoto estava assistindo a avó se aprontar. Ela fazia escova, passava base, blush, rímel, lápis de olho e batom.

- Vovó, pra que isso tudo? - ele pergunta.

- Ora, pra ficar bonita! - vovó fofa.

- E por que não fica?



por Didi às 18h43



Ser ou não ser Susan Boyle

Me desculpem os esquentadinhos, os impacientes, os bicudos, mas eu vou falar do assunto da vez e não é gripe suína, crise, emprego e desemprego. Eu quero falar dessa senhora que deu um “calaboca” na antipatia do mundo que faz a gente engolir 98346246 pessoas arrumadinhas-frescas para ter direito a um pouquinho de qualidade.

O vídeo que enfeitiçou todo mundo na Internet me foi passado pelo Flávio (o mesmo que me apresentou o orkut, o limewire e todas as coisas que já foram novidades virtuais). Na hora, achei bonito, simpático, nada mais. Depois entendi o que aconteceu. O povo gostou de ver alguém fora dos padrões subir na vida, encantar, e bater récordes inimagináveis. Porque a gente tem pouca chance mesmo. E talvez tenhamos pouco talento também. Mas é bom quando alguém mostra que é possível.

Requer a capacidade de enxergar nossos sonhos realizados na vida dos outros. Já enxerguei muitos! É só conseguir segurar a inveja.

Só que outro dia, em conversa de salão (!) a gente se perguntava por quê tragédia faz tanto sucesso. E nossa conclusão foi triste: parece que gostamos de saber que existe gente no mundo pior que a gente. Assim a inveja não corre o risco de aparecer. Gostamos de falar “que coisa horrível que ele fez, como pôde?” e nos sentir um pouquinho superiores. Só porque não somos horríveis... Que diferencial...

E a verdade é que Susan Boyle inverteu esta regra. Como o jornal dizia “Is Susan Boyle ugly? Or are we?”. Ela engoliu as risadinhas para rir por último! Inverteu nossos (pré)conceitos. Enquanto a gente se gabava de não aparentar uma idade maior, de beijar na boca desde cedo, de viajar sem os pais, ela se dedicava à mãe, ao vilarejo, ao som das músicas e pouco tinha de relacionamento com homens. E mais uma vez a história do patinho feio mostrou sua lição. Entre o que temos e o que ela tem, desculpem, senhores, Susan Boyle é melhor que a maioria de nós.

E isso, agora, nos faz feliz. Quando a platéia debochada aplaude de pé e suplica por perdão internamente. Susan se despede, com um beijo afetuoso e o sorriso verdadeiro. Isso, sim, nos faz bem. Não faz?

 

Ps. Veja também o Paul, mas segure o choro.

 



por Didi às 01h54



Mi Buenos Aires querida

Eu estava numa fase alucinada: trabalho/estudo, estudo/trabalho etc.

A Silvinha morava em Buenos Aires e insistia que fosse visitá-la. Eu teria estadia gratuita! Minha família conseguira acumular algumas milhas de tanto trabalho. Eu teria passagem ida e volta!

Então, só me faltava o tempo. O que, com muito custo, arrumei. Despedi da turminha do futebol e embarquei. Sentei apertada no avião entre uma senhora e um argentino. Quem diria que seria a melhor viagem da minha vida!

A senhora começou a se sentir mal com a decolagem. Fui acalmá-la e perdi o recado do comandante. Perguntei para o rapaz do lado. “O que foi que ele falou?” e ele arrancou o fone de ouvido e disse “si?”. “Ora, um argentino!”. Não era um simples argentino. Ele era guitarrista, apaixonado por cachorros, seriados, trabalhava na Inglaterra e só tinha um defeito: não curtia Gotan Project.

Começamos a conversar os três. Nem sempre a gente entendia o que um falava. Mas era bom. Era engraçado. No final da viagem já estávamos ouvindo música no mesmo Ipod e imitando vozes da televisão. Foi tão divertido que uma outra brasileira me perguntou no aeroporto de Buenos Aires “ou, vocês se conheceram no avião mesmo?”.

Sim, ficamos amigos, trocamos contatos. Mas a esperta aqui inventou que tinha “mais ou menos” um namorado. Dã!

Em Buenos tudo era festa! Silvinha foi uma perfeita anfitriã. Me recepcionou com cartinhas, presentes, passeios, roteiros e a melhor turma de amigos que trabalhava com ela. Americanos, ingleses, africanos, europeus, portenhos... A turma mais bonita que eu já vi (páreo duro para a mineirada). De repente, eu falava espanhol, falava inglês e o mundo era encantado!

Passeava o dia inteiro pela cidade. Adorando os metrôs, participei de uma mímica lá! Comia pouco, mas bem. Conversava com o povo na rua. Até ajudar em mudança de desconhecidos eu ajudei. Fui ao zoológico, jardim botânico, japonês, cemitério, vários museus, lojas, becos, ruas floridas. Tudo sozinha. A Silvia trabalhava. Chegava cansada de noite. A gente abria uma garrafa de vinho ou champagne, ligava um filme e passava máscara de argila na cara! Eu disse que ela era ótima.

Alguns dias fazíamos caminhadas. E em Buenos Aires sempre tem gente na rua a noite inteira. Muita gente! A cidade vibra tango. Dá para andar tranqüilamente, quiçá, dançar. E nada de cães abandonados...

O dia em que Silvinha foi ver a Madonna, fui para um pub da esquina. Confesso que senti pena dela no show: o "SálvameMaría' não perdia em entretenimento. Ah, os hermanos!

Bom, meu último dia, foi também a noite da despedida da Silvia que voltaria para o Brasil. As brasileiras fizeram uma coletânea de músicas brasileiras (nada de MPB, foi funkão mesmo). Porém, a melhor parte da festa (regada a caipirinha e Quilmes) ocorreu ao som de música bem internacional. Enquanto o vocalista anunciava "I could be brown, I could be blue, I could be violet sky", me lembro de ter pensado que aqueles eram os melhores segundos da minha vida naquela hora em que todo mundo dançava no ap da garota carioca. Ali, quando se via que o mundo inteiro é cheio de gente bonita e interessante. E eu presa à Belo Horizonte, inventando que tinha namorado...

Dã!

 

 



por Didi às 01h25



A bolsa

Meu curso de artrópodes foi muito bom, fiz tantas anotações que acho que renderia vários posts. É uma possibilidade. Porém, venho cumprir a missão de divulgar a indiscreta brincadeira de "o que há na sua bolsa" proposta pela Lu Voll.

Ok, segue a foto. (as patinhas ao fundo são do querido Peter que, infelizmente, não posso levar na minha bolsa).

 

Dentro dela estão muitos papéis (contas, idéias, telefones, e-mails etc), o celular que minha tia me deu (depois que ficou com dó do meu que era preto e branco e não tocava mais, custou a ela um real), doguitos para cães de rua (pacote amarelo, 3,70 reais), escova de dente e uma pasta (presente da Dani, minha dentista perfeita), carteira vermelha de tecido (29,90), corretivo da Natura (19,90), caneta Malba (3 ou 4 pesos), protetor labial (7 reais) e dois bandaids (o seguro morreu de velho).

A bolsa em si é de um tecido emborrachado muito legal. É raramente usada pois já está bem velhinha. Há uns 6 ou 7 anos custou cerca de 20 reais na Renner.

Faltam muitas coisas nesta aí. Minha bolsa do dia-a-dia tem uns 3 estojos: um pra maquiagem, outro pra utensílios, outro pra canetas/ tesoura/cola/gravador/pen drive. Nada custou caro e as coisas mais valiosas foram ganhadas. Tenho mania de economia. Já comentei isso aqui? Adoro esse meu lado (que nem sempre cai bem).

Lu, beijo pra você. Saudade! Divertiu-se?



por Didi às 00h51



Um feriado maravilhoso

Não, eu não estava maluca. Desde que vi o curso de verão oferecido pela UFMG fiquei muito animada. Um curso de observação de insetos! Ora, como voltar à infância por apenas 15 reais. Talvez eu já tenha passado da fase das micaretas, mas nunca é tarde demais para passar horas brincando com um bezouro ou o tatu bolinha (ainda que não seja exatamente um inseto). Aliás, semana passada salvei um grilo do sufocamento. Depois conto esse caso. Ou não.

Hoje recebi nova proposta de programa para o carnaval (como é bom ter amigos!). E este ganhou como o mais programa de índio. A mensagem no celular dizia "Tenho uma casamento indígena para ir numa tribo sábado. Vamos comigo?". Estou pensando ainda.

Enquanto isso, quem se interessar pelas oficinas de carnaval da UFMG, o link é http://www.ufmg.br/festivaldeverao/

Além disso, vale lembrar que a UFMG oferece o ano inteiro outros tipos de cursos interessantíssimos para toda a comunidade e nem precisa fazer vestibular ou pagar caro. Cursos de Mandarim, Francês, Hidroginástica, Corrida, Segurança Pública e muitos outros podem ser encontrados no site. Quem tiver notícias de cursos/oficinas/atividades/atendimentos ou coisas do gênero em BH e outras cidades, sem fins religiosos, que tenham um preço bem mais em conta, pode me mandar que linko aqui.

vistadacidade@yahoo.com.br



por Didi às 23h43



e o carnaval?

Minha prima: - Di, vamos com a gente pra Cabo Frio no Carnaval?

- Não, obrigada! Vou fazer um curso.

Minha tia: - Se você quiser ir pra Angra, tem espaço lá pra você?

- Não, obrigada! Vou fazer um curso.

As duas: - Mas curso de que??

 

 

Aguarde... Resposta no próximo capítulo!



por Didi às 00h38



Sou

Toda vez que o interfone toca aqui em casa, Peter acha que é a moça que arruma a casa. A musa dele. Ela sempre jogou metade do almoço para ele, e, assim, comprou o amor do meu cachorro.

Ocorre que nem sempre que o interfone toca, é ela.

Outro dia aconteceu. Tocaram no apartamento errado. Atendi e esclareci. Mas o Peter não entende. Para ele, interfone é Eliete. É a felicidade chegando.

Nesse dia reparei como ele ficou inquieto, olhava para a porta, abanava o rabo sem parar, corria para a cozinha e voltava para ver se ela adentrava do outro lado.

E esperava. Esperava. Esperava.

Por fim, deitou-se como uma seta que apontava para a entrada. E ficou ali, aguardando alguém que a gente sabia que nunca chegaria.

Meu cachorro não é tão mais irracional que nós mesmos. Desculpe informar.

A gente olha o celular de 5 em 5 minutos. Começa a ter alucinações de que ele toca. Sente o scrap chegando no orkut, a mensagem no gmail, o carro parando lá fora. Procura aquela pessoa com a bandeja do Mc Donald’s atravessando a praça de alimentação sorrindo para mim. E cadê minha festa surpresa particular? E o meu "bom dia, querida"? Meus fins de semana na cachoeira e a corrida de elevador? E a decicatória na capa do trabalho?

A gente não é tão racional assim. Eu não sou.

Ainda paro o carro para tirar um passarinho do meio da rua. Ainda cumprimento estranhos. Trabalho de graça. Finjo que não vi. Decoro falas, invento finais, pisco pra bebês, grito com nota de prova. Ainda quero um grande amor, quinze vira-latas, dois filhos, sete hobbys e três profissões diferentes.

Eu ainda quero.

E ainda espero, em constante atividade, a felicidade que ficou de chegar ali.

 

 

Ouvindo: Janta – Marcelo Camelo



por Didi às 03h17



ê, vida

Não faça comigo o que eu não gostaria que fizessem comigo.

 



por Didi às 00h31



O melhor reveillon da minha vida

 

Deve ter sido no início dos anos 90. Eu era criança-adolescente.

Estava no sítio de uns amigos com a minha família e a família deles. Tinha piscina, hortinha e muito espaço pra correr. Todo mundo era amigo. Época boa!

Faltavam alguns poucos minutos para a virada quando vimos uma manada de cachorros vira-latas adentrando o sítio. Nós, os pequenos, entusiastas de cachorros, corremos atrás deles. Eram cachorros aos montes que fugiam de outra parte do condomínio por causa dos foguetes. Cachorro não gosta de foguetes.

Pegamos cada um, abraçamos, demos comida. Enquanto ouvíamos os adultos gritando para brindar a virada com a gente, abraçávamos mais os cachorrinhos e apreciávamos, de longe, a queima de fogos dos vizinhos.

Foi assim o meu melhor reveillon. Com a surpresa de encontrar seres que precisavam de alento, e com a alegria de estar entre amigos.

 

Todo reveiloon, a princípio, é bom. Alguns são adultos demais, outros caros demais. Outros estranhos. Mas tudo bem.

Ontem passei a virada na casa da minha tia. Mas meu primo queria conhecer o reveillon do clube e só podia ir se a Superprima aqui fosse com ele.

Entramos lá e ele se separou de mim imediatamente. Claro, foi pra boite adolescente. Esperei uns quarenta minutos assistindo o show dos adultos. E fui chamá-lo. Ele não queria ir embora. Ok, a Superprima pode esperar sentada ali no canto, conversando com a moça da limpeza (que, aliás, é ótima).

Finalmente, quatro horas da manhã, eu o convenço que a festa já deu o que tinha que dar. Vamos embora!

Chego em casa. Meu cachorro me esperava deitado no sofá. Na preguiça de me receber direito ele nem se levanta, só abana o rabo.

Me amontôo junto a ele. Cheirinho de vira-lata fofo. Ajeito as almofadas. Abraço o cachorrinho. “Feliz ano novo, Peter”. Ele dá um suspiro típico. 2009 começa bem. Afinal, valeu a pena.



por Didi às 17h02



Algumas coisas que aprendi este ano

... a quem possa interessar

1) Que o azeite, que é bom pro coração, se torna um veneno ao ser aquecido a mais de 40º. É como passar manteiga dentro das próprias veias.

2) Que dormir de rolinho no franja dá um efeito desejável.

3) Que eu gosto de BH, mas tenho vontade de me mudar para uma praia. Ou Paris!

4) Que não se pode esperar nada de ninguém. Nunca. E que isso torna a vida infinitamente mais difícil, mas é assim.

5) Que jogar futebol é ótimo. E dá um novo ar às amizades. E à relação com o condomínio.

6) Que as pessoas são muito mais curiosas para ver uma briga na rua que para assistir a uma palestra gratuita sobre qualquer tema construtivo.

7) Que os argentinos e os ingleses, ao contrário do meu preconceito, podem ser pessoas lindas.

8) Que eu realmente seria uma mãe legal, mas odiaria que um homem me amasse por conta disso.

9) Que eu não gosto de frango, logo não preciso comê-lo mais.

10) Que a Paris Hilton calça 43

11) Que o melhor hidratante do planeta é um de neném da marca Scooby-Doo. E não é caro.

12) Que fiscalização é uma coisa realmente necessária em tudo que envolve dinheiro. E não há que temê-la.

13) Que depois que você perde os dois primeiros quilos, fica bem mais fácil perder o resto. Mas sempre é fácil também voltar a encontrá-los.

14) Que eu me arrependo de muita coisa que fiz. E sou muito orgulhosa de coisas que deixei de fazer! E vice-versa!

15) Que o Ronald Reagan já foi ator.

16) Que água é o melhor remédio. Empatada com o tempo e o riso.

17) Viajar é sempre uma das melhores idéias quando você pode.

18) Que quem canta seus males espanta. E também espanta alguns pretendentes. Cante baixo.

19) Que abobrinha é uma coisa gostosa de comer. Razoável de soltar. E péssima de escutar.

20) Que a primeira impressão não é a que fica. Mas o último beijo sim. E ainda bem!

 

UM FELIZ ANO NOVO PRA TODO MUNDO! TODO O POVO BRASILEIRO! TODO MUNDO DA PORTELA E DO SALGUEIRO E DA MANGUEIRA E TODO O RIO DE JANEIRO! AQUELE ABRAÇO!



por Didi às 19h20



Diário de uma Superprima

Minhas priminha de 5 anos, vou chamá-la de Mari. Ela é adorável!

Estávamos na casa da vó assistindo ao vídeo do homem mais forte do mundo. Um outro primo da mesma idade chega e senta na cadeirinha preferida dela. E ela “pai, o Fulano está na minha cadeira”. E o pai “deixa pra lá, filha”. E ela “não, Fulano, sai da minha cadeira”. E o Fulando ria. Fingia que ia levantar e sentava de novo. Ela ia segurando a raiva. Até que surge... tcharam... a Superprima aqui! “Mari, senta aqui no meu colo”. E ela “não, eu quero a minha cadeira”. “Mari, não é por nada não, mas eu acho que o meu colo é muuuuuito melhor! Tem uma visão perfeita da televisão e ainda ganha massagem”. Aí ela mudou pro meu colo e tudo ficou mais divertido. O menino que estava na cadeirinha viu, levantou-se e foi até a gente falar “Mari, pode sentar na cadeirinha agora”. E ela “não quero mais”. Então a Superprima lançou a sua lição: “Sabe, Mari, sempre que você quiser muito alguma coisa, não demonstre tanto. Isso vale pra tudo na vida. Escuta. Pra tudo!”. Beleza! Aí, mais pra frente, ela tropeça no chão e finca o joelho em alguma coisa. O pai, paizão, chega todo preocupado. A mãe também. Ela dispara a chorar. A Superprima leva o gelo e ela “ai, não, cai fora! Cai fora!”... "Cai fora"???  Isso é o que acontece quando deixamos as crianças asssitirem filmes infantis mal dublados...

Enquanto os pais tentavam a todo custo colocar o gelo no machucado, a Superprima deu a dica “Mari, essa é a hora que você tem que aproveitar pra pedir um cachorro! Vai, pede um cachorro agora”. Ela começa a me olhar desconfiada. E a Superprima era encaminhada para fora do quarto. “Pede uma viagem pra Disney também. Pra Disney!”. Depois a minha tia veio me perguntar como era a criação de um cachorrinho! Ah, gente, eu amo esse papel de Superprima. Amo!



por Didi às 22h21



Sósias

Eu devo estar com problema de vista. Não é um trocadilho com o nome do blog. Devo estar com problema na visão. Já que moro numa cidade-roça e todo mundo me diz que conhece alguma moça igual a mim e eu nunca vi.

Hoje a Catarina me contou que estava no salão e viu uma moça idêntica à minha pessoa. Chegou atrás dela e gritou "Noooossa, este salão está muito mal frequentado". Poxa, obrigada, Cathy! Que recepção fofa... Acontece que a garota não era eu, se assustou, ficou tremendo na cadeira. Pobrezita!

Estranho é que este ano eu estava no ônibus e entrou uma moça igualzinha a Catarina. Sentou-se do meu lado. E eu assim "Não é possível que não vai cumprimentar". Então, "Oi, licença, você não é a Catarina, né?!", "Não, eu sou a Flávia". Claro!

Amigos, preciso de fotos! Quero ver essas pessoas que se parecem comigo. Não vou brigar com vocês. Enviem!



por Didi às 00h38



Entre por essa porta agora

 

 

 



por Didi às 03h11



Liberdade

Este ano foi recheado de notícias sangrentas, muitas vezes, causadas por ciúmes. Quão estúpida pode ser uma pessoa que leva essa podridão dentro dela... Gosto de pessoas que enxergam na necessidade de amor, uma necessidade de amplidão muito maior que de gaiola. Se, do meu exemplo puder ajudar alguém, diria para esquecer relacionamentos limitativos. Não vale a pena ter que pedir autorização para sorrir.

"Aprendi que o amor é feito de liberdade. É como ter, todos os dias, muitas outras opções. E ainda assim fazer a mesma livre escolha." da Cris Guerra



por Didi às 17h43


 

De Belo Horizonte, Minas.

vistadacidade@yahoo.com.br


::Escrevi::
01/05/2009 a 31/05/2009
01/04/2009 a 30/04/2009
01/03/2009 a 31/03/2009
01/02/2009 a 28/02/2009
01/01/2009 a 31/01/2009
01/12/2008 a 31/12/2008
01/11/2008 a 30/11/2008
01/08/2008 a 31/08/2008
01/07/2008 a 31/07/2008
01/06/2008 a 30/06/2008
01/05/2008 a 31/05/2008
01/04/2008 a 30/04/2008
01/03/2008 a 31/03/2008
01/02/2008 a 29/02/2008
01/01/2008 a 31/01/2008
01/12/2007 a 31/12/2007
01/11/2007 a 30/11/2007
01/10/2007 a 31/10/2007
01/09/2007 a 30/09/2007
01/08/2007 a 31/08/2007
01/07/2007 a 31/07/2007
01/06/2007 a 30/06/2007
01/05/2007 a 31/05/2007
01/04/2007 a 30/04/2007
01/03/2007 a 31/03/2007
01/02/2007 a 28/02/2007
01/01/2007 a 31/01/2007
01/12/2006 a 31/12/2006
01/11/2006 a 30/11/2006
01/10/2006 a 31/10/2006
01/09/2006 a 30/09/2006
01/08/2006 a 31/08/2006
01/07/2006 a 31/07/2006
01/06/2006 a 30/06/2006
01/05/2006 a 31/05/2006
01/04/2006 a 30/04/2006
01/03/2006 a 31/03/2006
01/02/2006 a 28/02/2006
01/01/2006 a 31/01/2006
01/12/2005 a 31/12/2005
01/11/2005 a 30/11/2005
01/10/2005 a 31/10/2005
01/09/2005 a 30/09/2005
01/08/2005 a 31/08/2005
01/07/2005 a 31/07/2005
01/06/2005 a 30/06/2005
01/05/2005 a 31/05/2005
01/04/2005 a 30/04/2005
01/03/2005 a 31/03/2005
01/02/2005 a 28/02/2005
01/01/2005 a 31/01/2005
01/12/2004 a 31/12/2004
01/11/2004 a 30/11/2004
01/10/2004 a 31/10/2004
01/09/2004 a 30/09/2004
01/08/2004 a 31/08/2004
01/07/2004 a 31/07/2004
01/06/2004 a 30/06/2004
01/05/2004 a 31/05/2004




::Pro Mundo::
 Consciência
 Ilha Quadrada
 Conversa de Boteco
 Blog do Luli
 Liliane Prata
 Balões Vermelhos
 Blog e Meio
 Dormi de Rímel
 Escapulida
 Blog do Rodrigo
 Kenjiria
 Miguel Arcanjo
 Menina Da Lua
 Missiva
 Diário da Val
 Grande Abóbora
 220 Volts
 Terças e Sextas
 Life Is a Long Song
 Diário da Cosette
 Eu Amo BH!
 Luiza Voll
 Mundo Lucão
 Coisas de E-mail
 Conotações Fotográficas
 Coisas Dessa Cabeça
 Favoritos da Luiza
 Olhos Monteiros
 O namoro da Barbara
 Bruno Motta
 Loucuras de Gih Gray
 Saber é bom demais
 Direito é legal


::Gente de Longe::
Garotas Que Dizem Ni
Embaixatriz do Brasil
Velha Jovenzinha
Instante Anterior
Homem Chavão
Blog do Bi
Caixa de Alumínio
Blog da Patthy
Aqui em D.C.
Suzy Bee
Imprensa Marrom
Blog TBoca
Peru Posible
Peru Posible 2
Trovas & Trombos
Conversa de Amigos
Tudo Palhaço
Blowg Marina
Des Amis
Pensar Inagaki
Hazey Jane
Depois dos 20
Quando Isso Virar Um Blog
Pinupsis
Seres Humanos